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III Encontro de Avaliação “Hora da Verdade”

Escrito por Caroline Santos Ligado . Publicado em SINTESE em AÇÃO

No último final de semana os professores que fazem parte da Rede de Comunicadores Populares do SINTESE – RECOMSIN e que produzem e comandam os programas Hora da Verdade em seis cidades se reuniram para a avaliação deste segundo ano do programa.

“Considero o projeto Hora da Verdade uma iniciativa exitosa do SINTESE que já está gerando frutos fora do Estado. O sindicato dos professores do Distrito Federal já copia nossa ideia e isso é ótimo para o movimento sindical”, aponta Joel Almeida, diretor de Comunicação do SINTESE.

O “Hora da Verdade” é uma realização do SINTESE que tem como objetivo dar voz e vez aos trabalhadores sergipano, trazendo temas que suscitam a reflexão e o debate. Produzido com a colaboração da Agência Voz o “Hora da Verdade” é realizado em Aracaju, Itabaiana, Nossa Senhora da Glória, Japoatã, Neópolis e Aquidabã.

Novas linguagens

Nesta terceira avaliação, os comunicadores populares também tiveram a oportunidade de conhecer novas linguagens que podem auxiliar na execução dos programas. Uma das participações especiais foi do cordelista Pedro Amaro do Nascimento.

Seu Pedro nasceu em Pernambuco, mas há 35 anos Sergipe é a sua casa. Ele nos trouxe a magia da literatura popular brasileira ou literatura de cordel. Seus causos encantaram os presentes. “Vários momentos marcaram a minha vida e estar aqui com vocês é um deles”, finalizou seu Pedro Amaro.

Com as eleições municipais a serem em outubro deste ano a legislação eleitoral também foi debatida neste terceiro encontro. “Precisamos estar atentos ao que diz a lei com relação às eleições para a nossa prática”, apontou Nadja Milena, produtora do programa Hora da Verdade em Itabaiana.

O teatro e a rádio novela também foram temas debatidos no encontro. O objetivo é buscar outras linguagens, além da jornalística, para que possamos debater os temas que interessam a sociedade sergipana. Para o debate foi convidado o professor Aldo Rezende, que também ministra as oficinas do “Palco na Luta”, projeto do SINTESE que traz o Teatro do Oprimido como instrumento de luta para os educadores.

Redes Sociais

O uso das redes sociais como fator de interação entre os ouvintes e os realizadores dos programas também foi um ponto bastante discutido. “Nosso objetivo é alavancar o uso das redes sociais para fazer com que os ouvintes tenham mais uma forma de se comunicar conosco e também sugerir pautas”, disse Carol Westrup da Agência Voz.

Em breve serão criados: uma página no Facebook que abrangerá todas as edições e também perfis no twitter para cada programa.

Depois dos debates o diretor de Comunicação do SINTESE já adianta que surpresas virão nos próximos dias para todos os programas.