Professores se reúnem para assembléia do SINTESE amanhã

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É a primeira assembléia deste segundo semestre. Depois das férias, o SINTESE convoca os professores da rede estadual para discutir os problemas que estão afetando o magistério. A assembléia ordinária acontece amanhã, 17, às 15 horas, no Cotinguiba Esporte Clube de Aracaju. É a primeira assembléia deste segundo semestre. Depois das férias, o SINTESE convoca os professores da rede estadual para discutir os problemas que estão afetando o magistério. A assembléia ordinária acontece amanhã, 17, às 15 horas, no Cotinguiba Esporte Clube de Aracaju. Entre os assuntos que serão discutidos pelos professores está o reajuste de 4% anunciado pelo Governo do Estado, em junho, que deixou o magistério insatisfeito. O SINTESE considera esse percentual humilhante e discriminatório, pois foi o menor concedido para o serviço público estadual este ano. Além do reajuste insignificante, o governo ignorou os outros pontos da pauta de reivindicações do magistério, entregue em abril. Representantes do SINTESE se reúnem com o secretário de Estado da Educação, amanhã, antes da assembléia dos professores, para tratar do assunto. Unida e mobilizada Na pauta da assembléia entra também a política educacional adotada pelo governador, incluindo a situação precária dos prédios das escolas, a avaliação de desempenho do magistério e o programa 5S. A Campanha em Defesa do Ipesaúde será outro assunto abordado pelos professores. “A assembléia pretende manter a categoria unida e mobilizada para a defesa dos direitos do magistério estadual. Neste semestre, teremos uma série de atividades de enfrentamento e luta contra essa política do governo de desestruturação da educação pública”, declara o professor Joel de Almeida, presidente do SINTESE. Na data-base, em 1º de maio, os educadores reivindicaram a regulamentação de direitos previstos no Plano de Carreira e Remuneração do Magistério – Lei nº 61/2001 -, a exemplo do sistema de gestão democrática nas escolas. Eles cobraram também do governo a devolução do que foi retirado de seus salários, através do redutor salarial, e a elaboração do Plano Estadual de Educação, com participação dos professores.