Professores enterram a política de educação do Governo do Estado

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O SINTESE continua enterrando a política de educação do Governo João Alves pelo interior sergipano. Na segunda-feira, 16, a manifestação aconteceu no município de Tobias Barreto e reuniu mais de quatrocentas pessoas na praça da matriz, em frente à prefeitura. O SINTESE continua enterrando a política de educação do Governo João Alves pelo interior sergipano. Na segunda-feira, 16, a manifestação aconteceu no município de Tobias Barreto e reuniu mais de quatrocentas pessoas na praça da matriz, em frente à prefeitura. No final da manhã, os professores organizaram um cortejo pelas ruas da cidade, que atraiu a atenção de comerciantes e feirantes.

“A população de Tobias Barreto demonstrou seu apoio ao ato público dos educadores. Nessas manifestações do SINTESE percebemos o quanto a política do governo está desagradando o povo de Sergipe”, declara o professor Roberto Silva, diretor do Departamento de Comunicação Sindical do SINTESE. Roberto ressalta que não só os professores e alunos da capital, como também do interior sofrem as conseqüências da política de educação do Governo do Estado. “Uma política que humilha, discrimina e exclui”, acrescenta o professor.

Como vem acontecendo em todos os enterros simbólicos da política de educação do Governo, em Tobias Barreto, os professores montaram painéis expondo as ‘maldades’ do Governo João. Essas ‘maldades’ também foram interpretadas por personagens, como a bruxa, o pai da ponte e a vidente, que receberam a população em suas tendas. Entre as ‘maldades’ estão a falta de segurança e de infra-estrutura nas escolas, o aumento de apenas 4% nos salários, a política de exclusão nos centros de excelência, a avaliação de desempenho discriminatória, o fim do Funaserp e a desestruturação do Ipesaúde.