II Fórum Social Brasileiro reuniu 15 mil pessoas

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Com 360 atividades e 550 entidades participantes, cerca de 15 mil pessoas estiveram presentes, entre os dias 20 e 23, no II Fórum Social Brasileiro, realizado na Universidade Federal de Pernambuco, em Recife. Com 360 atividades e 550 entidades participantes, cerca de 15 mil pessoas estiveram presentes, entre os dias 20 e 23, no II Fórum Social Brasileiro, realizado na Universidade Federal de Pernambuco, em Recife. Entre as principais atividades, o Tribunal dos Povos – julgamento dos crimes de guerra dos Estados Unidos, reuniu diversas nacionalidades no segundo dia do Fórum. O julgamento foi organizado pelo Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz.

As lutas diárias da sociedade civil também foram representadas em discussões como o seminário Feminis-mo Popular e Anti-Racista – desafios para o movimento de mulheres. O debate enfatizou a necessidade de en-frentar as causas do racismo e da pobreza, trabalhando com ações efetivas a partir de espaços de atuação polí-tica de cada militante e de cada grupo de mulheres.

Outra questão que ganhou espaço durante o Fórum foi a comunicação. O coletivo Intervozes, junto com o Fórum Pernambucano de Comunicação (Fopecom) e a Associação Brasileira de Organizações Não-Governamentais (Abong) realizaram no terceiro dia de Fórum, uma discussão ampliada sobre a implantação da TV Digital no Brasil, incluindo as questões técnicas e o modelo proposto pelo governo federal. A Frente Nacional por um Sistema Democrático de Rádio e TV Digital, que envolve todas essas organizações, aproveitou o mo-mento para lançar uma moção de repúdio a escolha do modelo japonês, considerada precipitada e não demo-crática. (matéria completa em MST Informa)

MST quer “Carta ao povo brasileiro”
O MST e outras entidades do movimento social anunciaram que vão pedir ao Lula uma nova “Carta ao povo brasileiro” durante a próxima campanha eleitoral. Segundo as enti-dades, a carta terá de ser bem diferente da usada na campanha de 2002. As cerca de 500 entidades presentes ao Fórum Social acreditam que Lula, depois dos problemas do primeiro governo, precisa na campanha acalmar a sociedade e não o mercado.

O Fórum reuniu 15 mil pessoas na Universidade Federal de Pernambuco e aprovou um documento defen-dendo uma maior democracia para o país e um novo modelo de desenvolvimento. As entidades querem que um eventual segundo governo de Lula seja diferente do primeiro. No documento, as entidades sociais defendem um novo projeto nacional de desenvolvimento, com foco na produção e no emprego.

Brasileiros nos EUA
450 mil assinantes do Boston Globe podem ficar sem jornal amanhã (1º de maio). É que os 5 mil entregadores – imigrantes brasileiros ilegais em sua maioria – ameaçam aderir ao Dia Sem Imi-grantes, boicote nacional que está sendo articulado por cerca de 12 milhões de estrangeiros que vivem nos EUA.

O objetivo é manter a pressão em defesa dos direitos dos imigrantes e tentar influir na votação das leis de imigração pendente no Congresso.

Metade dos agrotóxicos não atinge o alvo
Aldemir Chaim, pesquisador da Empresa Brasileira de A-gropecuária (Embrapa) em Jaguariúna (SP), afirmou que, em média, metade dos agrotóxicos aplicados não atinge o alvo, se perdendo no solo ou no ar. Segundo o pesquisador, dependendo das condições do vento e de temperatura, as gotas do agrotóxico pulverizado podem simplesmente ser levadas para outras plantas, rios ou mesmo populações que se encontrem próximas às grandes lavouras. No dia 1º de março, o município de Lucas do Rio Verde, no Mato Grosso, foi pulverizado por uma nuvem de agrotóxicos que caiu sobre as casas, alimen-tos e pessoas.

Para o cientista da Embrapa, as pesquisas na área de tecnologia de aplicação não são incentivadas, até por desconhecimento do problema. Os agricultores não estão devidamente capacitados para trabalhar com os agro-tóxicos. O Brasil consumiu em 2005 cerca de R$ 10 bilhões em agrotóxicos, segundo o Sindicato Nacional das Indústrias de Defesa Agrícola. (Agência Brasil: www.radiobras.gov.br)

Pistoleiros atacam acampamento do MST
Na noite de domingo, às 23h00, seis pistoleiros fortemen-te armados invadiram o acampamento da fazenda Taquaral, conhecida por fazenda dos mexicanos. A área fica no município de Cidade Ocidental, no Distrito Federal. As 250 famílias Sem Terra que ocupam a área foram atacadas com coronhadas e tiros e tiveram seus pertences queimados. O ataque durou 30 minutos. Uma crian-ça de três anos foi baleada e corre risco de morte.

A fazenda, que estava abandonada quando foi ocupada, tem cerca de 800 hectares. O suposto proprietário não tem documentos que comprovem a propriedade e há suspeitas de que as terras sejam da União.

Mais um condenado
Amair Feijoli da Cunha, mais conhecido como Tato, acusado de ter intermediado a relação entre os mandantes e os executores do assassinato da missionária Dorothy Stang, foi julgado e conde-nado a 18 anos de prisão. A pena foi reduzida de 27 para 18 anos por ter sido reconhecida a delação premiada já que ele confessou a participação e denunciou os mandantes do crime.

Este é o terceiro julgamento do caso, que aconteceu em Anapu (PA) em 12 de fevereiro de 2005. Em de-zembro do ano passado, os dois executores do crime, Rayfran das Neves e Clodoaldo Batista, foram julgados e condenados a 27 e 17 anos de prisão, respectivamente.

Indígenas pedem à Noruega que venda participação na Aracruz
Uma delegação de indígenas bra-sileiros pediu a deputados noruegueses que o Fundo de Petróleo venda sua participação de quase 10 milhões de reais na companhia Aracruz Celulose. Em um documento formal, representantes das etnias Guarani e Tupi-niquim afirmam que a empresa invadiu terras indígenas no Espírito Santo e na Bahia, expulsando-os para plan-tar eucalipto.

Eles também denunciaram maus-tratos e ameaças aos povos tradicionais, por parte da Aracruz, e a destru-ição do meio-ambiente ocasionado pelo monocultivo da árvore exótica. Em um relatório lançado recentemente, a Funai aponta que 11,9 mil hectares de terra que hoje pertencem à Aracruz, no Espírito Santo, eram ocupadas por indígenas até a empresa se instalar. A Aracruz foi fundada em 1967 por Erling Lorentzen, cunhado do rei norueguês Herald Quinto. O Fundo de Petróleo da Noruega é formado por receitas geradas por atividades pe-trolíferas.

Centrais sindicais se aproximam da questão ambiental
Centrais sindicais de 13 países latino-americanos estiveram reunidas em São Paulo, entre os dias 17 e 19 de abril, na “Conferência Sindical sobre Trabalho e Meio Ambiente na América Latina e Caribe”. O encontro terminou com a divulgação de um docu-mento intitulado “Declaração de São Paulo” e manifesta a decisão tomada pelas entidades de, dentro de suas atividades sindicais, aproximar mais o problema do trabalho com a defesa do meio ambiente e a luta contra a pobreza.

Na sua introdução, a Declaração diz que “América Latina e Caribe vivem uma situação paradoxal: com grandes recursos naturais e matéria prima abundante, a região convive com graves problemas ambientais, destacando-se o desflorestamento, o uso indiscriminado dos recursos naturais e a poluição”. O documento fala do drama sócio-ambiental vivido pelos povos em áreas rurais que estão abandonados e distantes dos investi-mentos econômicos. A declaração condena os Tratados de Livre Comércio e denuncia as ações da OMC que causam desemprego e queda na qualidade de vida.

Água: objetivo estratégico
A população do planeta já ultrapassa 6 bilhões e 200 milhões de pessoas. Segundo a ONU, no ano 2.050, seremos entre 8 e 12 milhões de habitantes. Uma incógnita que se coloca, des-de já, para o mundo é: teremos água para todos?

Apesar de 3/4 do planeta ser coberto por água, apenas 3% deste total é própria para o consumo humano. Mas, ainda assim, há água suficiente. O problema atual não é de escassez, mas de divisão desigual desse re-curso. Enquanto não existe água suficiente para as necessidades da população em 80 países, 60% de toda a água potável do planeta é consumida por apenas 9 países.

Empresas como a Nestlé ou a Coca-Cola, que criaram um poderoso mercado de água que movimenta cerca de 100 bilhões de dólares (só as duas), são apoiadas por organismos como o Banco Mundial e o FMI. Desde o ano 2.000, estes dois organismos só aceitam financiar as dívidas e fazer novos empréstimos para os 40 países “em vias de desenvolvimento” se aceitarem a condição de privatizar a água e seus serviços.

Aqüífero Guarani
Segundo as mais recentes pesquisas, o Aqüífero Guarani pode ser a maior reserva de água subterrânea do planeta. Localizado entre as bacias dos rios Paraná, Uruguai e Paraguai, o Aqüífero Guarani tem uma superfície aproximada de 1.194.000 Km². Deste total, 70% está em território brasileiro, 19% na Argentina, 6% no Paraguai e 5% no Uruguai. Suas dimensões assustam: supera, em tamanho, Espanha, França e Portugal, juntos. Seu volume de água é de 55 mil quilômetros cúbicos (cada quilômetro cúbico eqüiva-le a um bilhão de litros de água).

O poder da água
1) Toda a indústria da água movimenta, por ano, cerca de 800 bilhões de dólares;
2) A indústria de engarrafamento de água supera, em lucros, a indústria farmacêutica;
3) Nos EUA, um galão de água potável engarrafada é mais caro do que um galão de petróleo;
4) Algumas estimativas dos cientistas a-firmam que, em 2.050, a demanda por água será 56% maior do que a oferta;
5) A América Latina, com 12% da população mundial, tem 47% das reservas de água potável do planeta.

Acordo para gasoduto
Brasil, Venezuela e Argentina consideram que a adesão da Bolívia ao projeto da construção do Gasoduto do Sul é prioritária. Lula, Chávez e Kirchner decidiram, durante reunião em São Paulo nesta semana, convidar as demais nações da América do Sul para participar do projeto, em especial a Bolívia.

Está sendo planejada uma reunião em setembro, no Brasil, com todos os ministros de Energia dos países da América do Sul. Um convite formal para os demais países do continente deve ser enviado em breve.

Chávez garantiu que as reservas de gás da Venezuela são suficientes para alimentar o projeto. Segundo e-le, o país possui reservas comprovadas de 150 trilhões de metros cúbicos, o equivalente a 2,5% de todas as reservas de gás do mundo, 50% do continente americano e 80% da América do Sul.

Venezuela vai pedir extradição de Carmona
A Procuradoria Geral da Venezuela solicitou a um tribu-nal de Caracas o início dos trâmites para pedir à Colômbia a extradição do empresário Pedro Carmona, que assumiu o governo durante o fracassado golpe de 2002 e que se asilou no país vizinho um mês depois.

Em 12 de abril de 2002, militares dirigidos pelos EUA prenderam Hugo Chávez, anunciando que ele havia renunciado. No mesmo dia, o governo interino declarou Carmona presidente da República e dissolveu o Con-gresso. No dia seguinte, o povo venezuelano foi para as ruas de Caracas e exigiu a volta do presidente eleito, enquanto militares leais enviaram soldados para tirá-lo da prisão em uma ilha próxima da capital.

Chávez retornou ao poder no dia 14 de abril, e rapidamente as autoridades venezuelanas pediram a prisão de Carmona, que refugiou-se na Embaixada da Colômbia.

Mais um
Evo Morales ameaça seguir o exemplo do Brasil e Argentina e diz que não renovará o acordo com o FMI. A equipe econômica boliviana está estudando a fórmula para antecipar o pagamento de 13,9 mi-lhões de dólares da dívida e romper o acordo com o Fundo.

Aproveitando que as pesquisas apontam 80% de aprovação de seu governo, Morales prepara medidas de rompimento com o FMI e a ampliação de suas medidas para nacionalização das riquezas minerais. Ele foi eleito, em primeiro turno, com 53,7% dos votos e tem o apoio de trabalhadores e da população indígena.

Reciprocidade!
O representante do Irã na ONU, Ali Asgar Soltani, encaminhou ao G-8 um pedido para que seja estabelecido um critério de reciprocidade: que pressionem Israel para acatar o Tratado de Não Prolife-ração de Armas Nucleares. Ele disse que Israel não aceita e não participa de nenhum acordo ou convenção internacional sobre controle de armas atômicas e isto cria uma situação de desequilíbrio na região.

A pobreza assusta a Europa
As pessoas estão mais pobres, na Europa. Estatísticas recentes mostram que milhões de pessoas vivem com menos de 450 euros por mês (metade do salário mínimo da região), na Alemanha e na França.

Na Alemanha, em um mercado de trabalho com 38,2 milhões de empregados, cerca de 5 milhões são sub-contratados e recebem menos de 400 euros, renda considerada de “subsistência”.

Mais flexibilização
O diretor-gerente do FMI, Rodrigo Rato, acaba de dar uma receita “muito original” para os problemas econômicos da Espanha: “para compensar a perda de competitividade do país, são necessá-rias reformas estruturais na legislação trabalhista”. Além disso, ele assegurou que “o governo da Espanha está gastando muito e que é preciso fazer alguns cortes orçamentários”. Tudo para equilibrar a economia do país!

As piores do mundo
Russell Mokhiber e Robert Weissman são pesquisadores e acabam de lançar um estudo sobre as piores empresas do mundo, aquelas que mais burlam as leis ou agridem o meio ambiente. Um longo artigo baseado no estudo deles pode ser encontrado em www.multinationalmonitor.org. Vamos destacar duas denúncias feitas: a) Halliburton (a empresa do vice-presidente Dick Cheney): a empresa conseguiu mon-tar um sistema de contratos com o governo dos EUA. Em fevereiro passado, o exército estadunidense fez um contrato com a KBR, subsidiária da Halliburton, no valor de 2 bilhões de dólares por um trabalho que ninguém pode provar que foi realizado. Em março, o Departamento de Justiça abriu uma investigação sobre possíveis fraudes cometidas em licitações no exterior. Em junho, em depoimento no Congresso, Bunnatine H.

Greenhou-se, especialista em contratos do Corpo de Engenheiros do Exército, declarou que “sem dúvidas, os abusos e as fraudes nos contratos com a KBR representam os abusos mais descarados e impróprios que já vi na minha vi-da”; b) Roche: Sob licença da empresa Gelead (ligada a Donald Rumsfeld), a Roche fabrica o antigripal Tamiflu. Ao que se sabe, o melhor medicamento disponível para pessoas expostas à gripe aviária. Ainda não há casos da gripe aviária ser transmitida entre seres humanos, porém a doença está sofrendo mutações muito rapidamente e pode ter conseqüências terríveis. A Roche está se aproveitando disto, mas não consegue produzir o medica-mento na velocidade dos pedidos mundiais. Ao invés de autorizar a fabricação por outros laboratórios, a Roche faz propaganda para mostrar que é muito difícil fabricar o remédio… e, com isto, está faturando mais de 1 bi-lhão de dólares por ano.

Drogas – negócio bem montado
Segundo dados da ONU, o tráfico de drogas movimenta no mundo cerca de US$ 1 trilhão. Apesar de serem produzidos em países pobres da Ásia e da América Latina, grande par-te dos entorpecentes é consumida na Europa e América do Norte. Além disso, o dinheiro da venda de drogas como a cocaína, que movimenta cerca de US$ 260 bilhões todos os anos, também tem como destino os países desenvolvidos.

Segundo relatório da ONU, a maior parte desse mercado concentra-se nos Estados Unidos, México e Cana-dá (44%) e na Europa (33%). Ainda de acordo com o documento, os índices de violência alimentados pelo trá-fico são alarmantes no Oriente Médio, no Sudoeste Asiático e na América do Sul.

Nem cafezinho!
Se os imigrantes aderirem em massa ao “Dia Sem Imigrantes”, os EUA vão viver um 1º de maio diferente em sua história. As fazendas de frutas da Flórida não irão produzir, os restaurantes vão ficar com suas cozinhas fechadas, 450 mil assinantes do “The Boston Globe” podem ficar sem jornal e o cafezi-nho matinal pode ficar com um gosto amargo, se é que será servido.

Essas são apenas algumas das muitas funções desempenhadas por imigrantes no dia-a-dia do país. Eles querem provar que sua ausência pode trazer surpresas desagradáveis para a economia. A greve nacional dos imigrantes está sendo articulada como suporte às manifestações que vêm reunindo em passeatas milhões de imigrantes em todo os Estados Unidos.

Alguns empresários não acreditam que haverá paralisação na próxima segunda-feira, enquanto outros a-cham que o momento é inoportuno. Mas ninguém admite parar suas atividades e o governo Bush resolveu mostrar força na semana passada e mandou prender 1.100 funcionários “ilegais” da empresa IFCO Systems. Além dos imigrantes foram presos também sete gerentes da companhia considerados responsáveis pelas con-tratações.

A CIA avisou
A CIA comunicou a Bush que o Iraque não possuía armas de destruição em massa. A de-claração foi feita pelo ex-agente Tyler Drumhller em programa de televisão que durou 60 minutos. Ele assegu-rou que assessores da Casa Branca resolveram “desconsiderar” a informação e afirmavam que “a política para o Iraque já está traçada e não pode mudar”.

A entrevista foi ao ar no último domingo e Drumhller afirmou que Bush foi informado pessoalmente sobre a inexistência de armas químicas ou nucleares no Iraque. Procurada pela imprensa, a CIA se recusou a comentar as declarações.

Lista de prisioneiros
O Pentágono divulgou, no dia 19, uma lista com 558 nomes de prisioneiros que estão na base de Guantánamo, em Cuba. A agência de notícias Associated Press (AP) havia obtido na justiça uma ordem para que a lista fosse entregue.

A lista de prisioneiros suspeitos de “simpatizar com o terrorismo” inclui cidadãos de 40 países. Os principais são: Arábia Saudita, com 132 presos; Afeganistão, com 125 presos e Iêmen, com 107 presos. Segundo o Pen-tágono, o número de prisioneiros atualmente detidos é de 490. Só 10 dos presos que passaram pela base fo-ram acusados formalmente, nenhum teve o julgamento concluído (segundo o jornal espanhol La Vanguardia, o Pentágono ainda oculta a identidade de outros 200 prisioneiros cuja categoria de combatente inimigo não foi analisada, assim como o paradeiro dos detidos no dia 11 de setembro).

Suicídios nas tropas
O número de soldados dos EUA que se suicidaram, em 2005, chegou a 83, mas o Pentágono nega que seja decorrente de estress da guerra. Outros 25 se mataram quando estavam afastados das funções na frente de luta. Esta é a maior taxa de suicídios registrada desde 1999. Mas o coronel Joseph Curtin, porta-voz do exército, disse que “Ainda não estamos preocupados com isto”.