Magistério de Lagarto paralisa nesta quinta-feira

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A coordenação do SINTESE em Lagarto realizou assembléia na segunda-feira, 22, com mais de 250 professores. A participação expressiva demonstra a indignação da categoria profissional com o tratamento que recebe da administração do município. A coordenação do SINTESE em Lagarto realizou assembléia na segunda-feira, 22, com mais de 250 professores. A participação expressiva demonstra a indignação da categoria profissional com o tratamento que recebe da administração do município. Sem instrumentos para estabelecer uma negociação, o magistério decidiu paralisar suas atividades na quinta-feira, 25. Os educadores estarão em frente à prefeitura solicitando uma audiência com o prefeito Zezé Rocha.

Os professores não entendem por que o município tem uma das maiores receitas do Fundef de Sergipe e paga um dos menores salários do estado. Na assembléia, o magistério rejeitou a proposta de reajuste da prefeitura de 4,63%.

O professor Nazon Barbosa, representante do SINTESE em Lagarto, informa que a prefeitura possui uma reserva de mais de R$ 1 milhão de recursos do Fundef. “Isso significa que a administração pode nos dar um aumento de salário maior. Queremos uma política salarial e não abono no fim do ano”, declara Nazon. A comissão de negociação do SINTESE ainda não apresentou contraproposta porque não tem acesso aos documentos necessários para fazer o estudo financeiro.