Mercado de trabalho melhora

33

O mercado de trabalho apresenta sinais de melhora no país. O emprego com carteira assinada já cresceu 5,2% nos últimos 12 meses (até maio) e verificou-se também o aumento da renda dos novos contratados. De janeiro a maio deste ano, o salário médio dos admitidos no setor formal cresceu 5,25%. O mercado de trabalho apresenta sinais de melhora no país. O emprego com carteira assinada já cresceu 5,2% nos últimos 12 meses (até maio) e verificou-se também o aumento da renda dos novos contratados. De janeiro a maio deste ano, o salário médio dos admitidos no setor formal cresceu 5,25%.

Na avaliação dos economistas, esse quadro está sendo possível principalmente pela atual estabilidade eco-nômica. A maior geração de emprego iniciada no fim de 2003 foi impulsionada pelo setor exportador e acabou atingindo outros setores da economia, como os serviços prestados às empresas. A melhora na renda está se dando de maneiras diferentes. Por um lado, o emprego sem carteira, que tem salários menores, está em que-da. Por outro lado o salário com carteira tem crescido. Entre abril deste ano e o mesmo mês de 2005, o rendi-mento real no setor formal subiu 5,9% e o pago para quem não tem carteira cresceu só 1,4%.

Acidentes de trabalho
O Anuário Estatístico da Previdência Social revela que em 2004 houve 458.495 acidentes de trabalho – um alarmante aumento de 15% em relação ao ano anterior – provocando a morte de quase três mil trabalhadores e deixando outros 12.563 inválidos. O Brasil gasta 2% de seu PIB, ou o equivalen-te a R$ 30 bilhões, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), para atender trabalhadores acidenta-dos, conforme reportagem publicada no jornal “O Globo” de 17 de fevereiro deste ano.

As principais causas da piora nos indicadores foram: a) inexistência de uma fiscalização mais eficaz por par-te do Ministério do Trabalho; b) o baixo valor das indenizações que vem sendo pagas pela Justiça. Isto acaba servindo de estímulo ao mau empregador. Mas um outro fator importante é o crescimento paralelo da terceiri-zação de trabalhadores em atividades de alto risco, o que impede ou dificulta a implantação de normas de se-gurança mais rigorosas.

Volks pode demitir até 6 mil no Brasil
A Volkswagen do Brasil confirmou nesta quarta-feira que pode cortar de 4 mil a 6 mil empregos até 2008. A primeira unidade atingida deverá ser a de Taubaté, São Paulo, onde trabalham 4.500 pessoas e são produzidos os modelos Gol e Parati. A unidade de Rezende, no Rio, não deverá ser afetada agora.

A Volks emprega no Brasil cerca de 21 mil pessoas na área de veículos e comerciais leves e tem quatro de suas cinco fábricas no país envolvidas no processo de reestruturação. De acordo com a empresa, não está des-cartado o fechamento de uma das unidades. Em 2005, exportou 257 mil veículos de um total de 684 mil unida-des produzidas no país. A capacidade instalada atual da Volkswagen no Brasil é de 735 mil carros por ano.

A meta é chegar a 2008 com exportações de 100 mil veículos de uma produção total de 514 mil carros.

Lei da Agricultura Familiar é aprovada no Senado
Agora a Agricultura Familiar é categoria produti-va. O Senado Federal aprovou na terça-feira (dia 4) o projeto de lei que institui a Política Nacional de Agricultu-ra Familiar e Empreendimentos Familiares Rurais. O projeto vai agora à sanção presidencial e será transforma-do em Lei Federal no próximo dia 20. Com a lei, fica reconhecida definitivamente e de maneira inédita no Bra-sil, a importância da agricultura familiar para o desenvolvimento sustentável do país.

A nova Lei vai reconhecer a atividade dos agricultores e agricultoras familiares, conforme o que determina o Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), do Ministério do Desenvolvimento Agrá-rio. Com isso está garantida a institucionalização das políticas públicas voltadas para esse setor. Ou seja, a ação passa de Programa para Política Nacional, o que garante sua execução.

De um total de 17,3 milhões de trabalhadores ocupados na agricultura, mais de 12 milhões trabalham em regime familiar. A agricultura familiar no Brasil é responsável por mais de 40% do valor bruto da produção a-gropecuária e suas cadeias produtivas correspondem a 10% de todo o PIB do País. Além disso, é responsável pela maioria dos alimentos na mesa dos brasileiros: 84% da mandioca, 67% do feijão, 58% dos suínos, 54% da bovinocultura do leite, 49% do milho, 40% das aves e ovos, 32% da soja, entre outros.

Novo julgamento é adiado
O Tribunal de Justiça do Pará remarcou o julgamento do homem acusado de assassinar a missionária Dorothy Stang. Raifran Das Neves Sales, o Fogoió, vai a júri popular no dia 16 de agosto. Ele já havia sido condenado a 28 anos de prisão, mas conseguiu direito a um novo julgamento.

Um dos acusados de ser o mandante do crime, o empresário Regivaldo Pereira Galvão, o Taradão, recebeu hábeas-corpus no dia 29 de junho. Desde então, aguarda o julgamento em liberdade. Além de Raifran, mais dois suspeitos de envolvimento na morte da missionária foram julgados e condenados. Dorothy Stang foi as-sassinada em fevereiro de 2005, em Anapu, no Pará, por defender a Reforma Agrária e denunciar crimes de latifundiários da região.

416 trabalhadores mortos em setor sucroalcooleiro

Levantamento da Delegacia Regional do Traba-lho (DRT) de São Paulo aponta que morreram 416 trabalhadores rurais em 2005 no setor sucroalcooleiro. As causas das mortes não estão especificadas no relatório, mas a maioria delas está associada a acidentes no tra-balho. A Feraesp (Federação dos Empregados Rurais Assalariados do Estado de São Paulo) vai pedir levanta-mento nas subdelegacias do trabalho, que normalmente recebem os CAT (Comunicados de Acidentes de Traba-lho), para saber o que realmente está acontecendo.

O Ministério do Trabalho também está preocupado com a questão e está sendo exigido, das empresas, um aprofundamento dos exames admissionais e um acompanhamento de trabalhadores para saber se estão per-dendo muito peso, o que seria um sinal de que estariam se alimentando mal e gastando muita energia.

Sem-terra despejados
Depois de 10 anos de ocupação, 70 famílias foram despejadas da Fazenda Serra Brava, situada no município de Rio Negro, ao Norte de Mato Grosso do Sul e a 158 quilômetros de Campo Grande. Não houve resistência dos invasores, que logo após a desocupação armaram acampamento em frente da propriedade rural, aguardando um novo assentamento.

Os sem-terra deixaram para trás toda a estrutura onde criavam gado leiteiro e aves, além de plantações de milho e mandioca. A fazenda havia sido ocupada depois de pesquisas nos cartórios da região, constatando não ter mais herdeiros. Entretanto, “apareceu” uma herdeira que mora na capital paulista, que vendeu a área a um novo proprietário, que conseguiu a reintegração de posse.

Área de tensão
Em Nova Andradina, região Leste do MS, e a 370 quilômetros da capital, ainda persiste a ordem de despejo, com força policial, contra 1.060 famílias de sem-terra ligadas ao MST e a Federação dos Trabalhadores na Agricultura (Fetagri). Elas estão acomodadas na Fazenda Teijin há três meses, sob intensa disputa judicial, entre o Grupo de Desenvolvimento Agrário Teijin e o Incra.

Um dos dois é o proprietário da fazenda, mas o Poder Judiciário é quem vai decidir qual deles ficará com o imóvel que possui 28.500 hectares de área. A disputa começou em 2002 quando a propriedade rural foi desa-propriada por decreto do Lula. Desde então, ocorre uma batalha de liminares contra e a favor das duas partes.

Via Campesina denuncia abusos de multinacionais
No programa desta semana o MST e a Via Cam-pesina falam sobre a importância dos movimentos sociais denunciarem os abusos cometidos pelas multinacio-nais dos transgênicos. Em especial, o caso da Syngenta que acumula sozinha lucros anuais de mais de 18 bi-lhões de reais: tudo às custas do meio ambiente. A empresa, que controla a venda de sementes, é responsável pela maior denúncia de contaminação ambiental de todos os tempos, como nos informam nossos comunicado-res populares no Paraná. Ouça o programa, em: http://www.mst.org.br/informativos/vozes/vozesinicial.htm

Chapa “branca” vence em Volta Redonda
Com 2.037 votos (39,6% do total) a Chapa 3 venceu as e-leições no Sindicato dos Metalúrgicos de Volta Redonda. A Chapa, uma composição que uniu PMDB, PCdoB, PSTU, PSOL, PV e PL, foi incentivada pela própria da direção da CSN e teve apoio da Prefeitura de Volta Redon-da. Todo o processo eleitoral foi marcado por inúmeras intervenções da Justiça do Trabalho.

A Chapa 1, cutista, foi surpreendida pela votação que a Chapa 3 obteve dentro da CSN. Era esperada uma votação grande nesta empresa, porque 3 gerentes participavam da Chapa “branca”, mas não era prevista uma diferença tão grande. Isto impossibilitou a reação quando foram abertas as urnas nas demais empresas (Volks, Pegeut, SBM, etc).

Pinochet enriqueceu com o narcotráfico
O general Manuel Contreras, ex-chefe do principal organis-mo da repressão chilena durante a Ditadura Militar, afirmou que o general Pinochet autorizava a elaboração de cocaína no interior de recintos militares.

Em documento que entregou ao ministro Claudio Pavez, encarregado do processo contra o ex-ditador, asse-gura que a fortuna de Pinochet teve origem no tráfico de drogas que era realizado pelo seu próprio filho, Marco Antonio, com um empresário chileno, Edgardo Gerardo Villarroel, e um químico da agência de informações (DI-NA), Eugenio Berríos.

Caribe: efeitos do neoliberalismo
O I Fórum Social do Caribe, realizado no último domingo, apontou os graves problemas causados na região com a implantação das receitas neoliberais. A expropriação da ter-ra e o abandono da produção agrícola convertem a zona em países com economias de serviços, voltadas ape-nas para o turismo de sol, praia, cruzeiros e aventureiros, pelo qual se afeta seriamente o meio ambiente.

O Fórum mostrou que, na região do Caribe, é fundamental o casamento dos movimentos sociais urbanos, camponês e ambientalista, apontando rumo ao plano internacional para a constituição de uma via urbana que marche lado a lado com Via Campesina, pelo direito à terra e moradia. Os participantes do Fórum decidiram assumir o dia 23 de agosto, marco da revolta dos escravos no Haiti (século XVIII), como o Dia Contra o Traba-lho Escravo.

80 milhões de dólares contra Cuba
Uma comissão presidencial dos EUA pediu nesta semana a apro-vação de um pacote de US$ 80 milhões para ajudar a derrubar Fidel Castro. A secretária de Estado Condoleez-za Rice disse que a medida reflete o “compromisso dos EUA em apoiar os oposicionistas”. Bush havia instalado, em 2003, a Comissão de Assistência para a Liberdade de Cuba. Entre as recomendações impostas desde então está a imposição de restrições para viagens à ilha. A Casa Branca tem como objetivo sabotar a planejada su-cessão do poder de Fidel Castro, que completa 80 anos em agosto.

Reféns de multinacional!
A Abbott, indústria farmacêutica estadunidense, está se negando a fornecer a nova versão do anti-retroviral Lipornavir/Ritonavir aos países pobres. A organização Médicos Sem Fronteiras (MSF) alerta que a nova versão aprimorada é fundamental.

A nova versão do Lopinavir/Ritonavir, um medicamento para Aids de segunda escolha recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), tem vantagens importantes sobre a versão mais antiga, incluindo um número menor de comprimidos, o armazenamento sem necessidade de refrigeração e nenhuma restrição ali-mentícia. Na China, nem a versão mais antiga está disponível, porque, apesar de ter o registro, a Abbott optou por não comercializar o medicamento no país.

México entre os 11 países com maior população
Com 103,3 milhões de pessoas, o México está em 11° lugar entre os países com maior população no mundo e o terceiro no continente americano, depois dos EUA e Brasil. Entre 1970 e 2005, a população do país aumentou 114,3%.

Segundo os dados do Instituto Nacional de Estatísticas, Geografia e Informática (INEGI), quatro em cada cinco cidadãos mexicanos já vive em zonas urbanas; quase um terço da população tem menos de 15 anos de idade; os jovens entre 15 e 29 anos representam 26,3% da população.

Crianças são testadas com arroz transgênico ilegal
O Peru está cada vez mais próximo de liberar a produção e o consumo de organismos geneticamente modificados. O país possui uma das maiores biodiversida-des no mundo, conhecido por ser o centro de origem da batata, do tomate e do algodão colorido. Tem vários tipos de milho e outros cultivos que são a base da sobrevivência das populações locais, em grande parte for-madas por indígenas.

Para os movimentos sociais peruanos, esse cenário está ameaçado com o ingresso dos transgênicos, que podem alterar profundamente a dinâmica social das comunidades rurais com sua política de royalties (taxas pagas para as empresas por utilizar suas sementes), uso de agrotóxicos, entre outros.

Além disso, os movimentos apontam para a possibilidade do Peru se tornar um campo de experimentos ge-néticos. Recentemente, a Associação Médica do Peru denunciou que a empresa farmacêutica estadunidense Ventria Bioscience testou uma variedade de arroz transgênicos em crianças em fase de amamentação. O arroz contém proteínas humanas e, se aprovado, será utilizado para tratar a diarréia aguda. Para o porta-voz da As-sociação Médica, Herbert García, o experimento é ilegal porque os organismos geneticamente modificados não foram aprovados ainda.

Problemas na OMC
Os EUA atribuíram grande parte da culpa pelo impasse nas negociações da rodada Doha de liberalização do comércio mundial aos países em desenvolvimento. A alegação é de que países como o Brasil e a Índia resistem a aceitar novas aberturas e querem que os mercados estadunidenses e europeus eli-minem as barreiras que travam o comércio agrícola antes de exigir novas concessões dos países em desenvol-vimento. A representante comercial dos EUA disse que países como o Brasil, a Índia e a China estão se escon-dendo atrás dos menos desenvolvidos e mais pobres para evitar concessões e assim manter seus mercados protegidos contra a concorrência estrangeira.

Consumo de eletricidade sobe 4,10% no mundo
O consumo e a geração de energia cresceram mais de 4% no mundo em 2004, segundo o relatório International Energy Anual 2004, da Administração de Informa-ção de Energia dos EUA, divulgado dia 10 de julho. O consumo chegou a 15,411 trilhões de kWh em 2004, o que representou um crescimento de 4,10%, em relação ao ano anterior. A geração expandiu em 4,5%, ficando em 16,599 trilhões de kWh, em comparação a 2003. As regiões que mais demandaram energia elétrica no mundo foram a América do Norte, Europa e Ásia. De acordo com o relatório, o Brasil consumiu 391,64 bilhões de kWh em 2004, uma expansão de 5,36% em comparação aos 371,70 bilhões de kWh de 2003. Na produção de energia, o Brasil teve um crescimento de 6,22%, alcançando 380,93 bilhões de kWh em 2004.

G8 discutirá energia nuclear como solução para crise energética
A cúpula de líderes do G-8 (grupo de países mais ricos) que está acontecendo em São Petersburgo (Rússia), defenderá a utilização da energia nuclear como um dos eixos para solucionar a crescente demanda energética, e ao mesmo tempo enfrentar a mudança climática. O setor nuclear ganha importância frente ao aumento no preço do petróleo e do gás natu-ral, devido ao crescimento da demanda dos países em desenvolvimento, que não pode ser acompanhada de um crescimento da produção. Além disso, a crescente pressão para reduzir as emissões de gases de efeito estufa vem levando diversos governantes europeus a estudarem a energia nuclear como uma alternativa possível a suas atuais matrizes energéticas. A UE deseja ainda que sejam estabelecidos uma série de princípios no setor de energia capazes de evitar crises semelhantes à causada pelo corte no fornecimento de gás aplicado pela Rússia no início do ano, que afetou vários países de toda a Europa.

Projeto nuclear britânico
A promessa de Tony Blair de reformular o mercado de energia inglês, enco-rajando a construção de usinas nucleares, abriu uma corrida entre empresas francesas, alemãs e japonesas do setor que envolve muito dinheiro. O governo anunciou a intenção de, a partir de setembro, conceder licenças para a construção de até 12 usinas nucleares privadas. Entre as maiores multinacionais interessadas estão as francesas Areva, na área nuclear, e a EDF na distribuição. As alemãs Eon e RWE também estão no páreo. A Westinghouse, que é da japonesa Toshiba, e a americana General Electric também concorrem para abocanhar um pedaço do programa nuclear britânico. O ministro de Indústria e Comércio do Reino Unido disse que um terço das 23 usinas nucleares atualmente em operação no país vão terminar sua vida útil nos próximos 20 a-nos. A expectativa é de que as primeiras usinas da nova geração comecem a funcionar em 2016. O governo pretende aumentar os preços dos combustíveis fósseis, como diesel e gasolina, para encorajar os investimentos em energia nuclear e eólica.

O dinheiro de Cheney
A revista especializada Kiplinger Magazine publicou um artigo com base na decla-ração de rendimentos do vice-presidente dos EUA, Dick Cheney, e descobriu que ele mente. Ele investiu seu dinheiro baseando-se no próprio déficit estadunidense. O artigo, com o título “Cheney aposta nas más notícias”, relata como ele “embolsou” mais de US$ 25 milhões. Cheney investiu de US$ 10 a US$ 25 milhões (estimados) num fundo de títulos europeu o que indica que ele está contando com uma constante desvalorização do dólar. Desta forma, enquanto a classe trabalhadora americana perde terreno relativamente à inflação e aos aumentos do custo da energia, ele estará aumentando a sua fortuna na “Velha Europa”.

Quantos civis já morreram no Iraque?
Dados obtidos no Instituto Médico Legal de Bagdad e divulga-dos pelo jornal Los Angeles Times mostram que aproximadamente 50 mil civis iraquianos já foram mortos nos últimos três anos. Estes números são tratados ainda com muita suspeita e acredita-se que pode ser muito mai-or, porque todo o sistema iraquiano está em crise e as informações e documentações viraram um caos sob a administração das “forças de ocupação”.

Ainda assim, o número de civis mortos representa mais de 190 vezes o total de vítimas dos atentados de 11 de setembro de 2001.

EUA impedem condenação de Israel
Os EUA usaram o poder de veto no Conselho de Segurança da ONU para impedir que o organismo aprovasse uma resolução condenando Israel pela atual ofensiva em Gaza e pelos ataques no Líbano. O texto condenando Israel foi aprovado por 10 países, dos 15 que fazem parte do Conselho. Quatro se abstiveram, mas o representante dos EUA vetou o documento.

Enquanto isto, tropas e aviões israelenses continuam massacrando a população civil no Líbano e contam com a cumplicidade da grande imprensa internacional. Nos recentes bombardeios, 57 pessoas, entre elas mui-tas crianças, morreram. Observadores internacionais denunciam que lanchas israelenses lançam obuses contra as cidades de Marwahín e Ras Naqura.