Fórum da Tríplice Fronteira: aqüífero e presença dos EUA

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Enquanto os chefes de Estado dos países do Mercosul se reuniam em Córdoba, Argentina, organizações da sociedade civil também discutiam, perto dali, a integração latino-americana. Enquanto os chefes de Estado dos países do Mercosul se reuniam em Córdoba, Argentina, organizações da sociedade civil também discutiam, perto dali, a integração latino-americana. Em Ciudad del Este, município paraguaio que faz divisa com Foz do Iguaçu, movimentos sociais participaram do 2º Fórum Social da Tríplice Fronteira. Além da integração continental, as organizações debateram a defesa da segurança na região e a preservação do Aqüífero Guarani.
O governo Bush voltou a falar de um relatório dizendo que existe envio de dinheiro de Foz do Iguaçu para grupos terroristas, inclusive o Hezbollah. Ao mesmo tempo, os EUA renovaram um acordo com o Paraguai que permite operações militares na região. Na carta de abertura do Fórum, as organizações criticam o acordo com o governo paraguaio e consideram que ele é o início de uma tentativa de transformar a Triplíce Fronteira em uma região sob vigilância militar dos Estados Unidos.

Veja alguns pontos do documento aprovado no Fórum: – * Denunciamos e rechaçamos a tentativa do con-gresso dos Estados Unidos – a pedido de George W. Bush – de sancionar uma lei que solicita à Organização dos Estados Americanos (OEA) a formação de uma força militar antiterrorista para atuar na Tríplice Fronteira (Ar-gentina, Brasil, Paraguai) atentando contra a soberania e a autodeterminação dos Povos da região; – * Convo-camos às organizações populares a repudiar ativamente as novas tentativas imperialistas de acentuar a milita-rização da região com todas as suas nefastas conseqüências para a vida de nossos povos. Chamamos a expres-sar a mais ativa solidariedade com os povos da Palestina, Líbano, Iraque e Afeganistão, vítimas da agressão e da guerra imperialista; – * Lutamos e seguiremos lutando pelo exercício pleno de nossos direitos, por nossa vida e em defesa dos nossos bens naturais contra a destruição do planeta que habitamos, pela soberania de nossos países e a retirada de todas as tropas estrangeiras, guardiãs de um projeto integral de dominação. Tra-balhamos pela solidariedade e união de nossos povos. Nós não somos terroristas. Terroristas são eles, os impe-rialistas norte-americanos, seus sócios e os governos cúmplices. Terroristas são os que massacram os povos, os que seguem militarizando o mundo para saquear nossos recursos. Nós estamos dispostos e dispostas a tra-balhar juntos, a fortalecer nossa união para abrir caminho para a Paz e a Justiça para todas e todos.

Entidades do campo entregam documento a Lula
Em Brasília, as mobilizações do Dia do Trabalha-dor Rural reuniram cerca de 2 mil pessoas em dois atos na Esplanada dos Ministérios. Integrantes do MST, ao lado de entidades que participaram do Encontro Nacional dos Povos do Campo e da Pastoral da Juventude Rural (PJR) realizaram protestos em frente aos Ministérios da Agricultura e das Relações Exteriores.

Na primeira manifestação, que pediu mudanças na economia e no modelo agrícola vigente, os trabalhado-res rurais promoveram um velório simbólico do agronegócio e, em seguida, colocaram fogo no caixão. Do local, seguiram em marcha para o Itamaraty, onde entregaram um manifesto em solidariedade aos povos do Líbano e contrário à assinatura do acordo de livre comércio Israel-Mercosul.

Entre outros, assinaram o documento: CONTAG, MST, CPT (Comissão Pastoral da Terra), MMC (Movimento de Mulheres Camponesas), CMP (Central dos Movimentos Populares) e CUT.

Desemprego e renda crescem
A taxa de desemprego apurada pelo IBGE nas seis principais regiões metropolitanas do País subiu para 10,4% em junho, ante 10,2% em maio, e foi bem superior à registrada em junho do ano passado (9,4%). Mas houve continuidade dos bons resultados no rendimento médio real dos tra-balhadores, que subiu 0,5% em relação a maio e 6,7% na comparação com junho de 2005.

Para o IBGE, a taxa de desemprego não apresenta “variação significativa” desde fevereiro, mas a econo-mia não está aquecendo o suficiente para permitir uma reação mais forte do mercado de trabalho, com maior geração de vagas. O coordenador da pesquisa destaca o aumento no rendimento e a continuidade da formaliza-ção do mercado – com maior número de vagas com carteira assinada – como dados positivos da pesquisa.

Varig anuncia demissão de 5.500 funcionários
A Varig anunciou na sexta-feira a demissão de 5.500 funcionários, de um total de 9.485 que trabalham na companhia. Em São Paulo, houve uma paralisação de atividades logo após o anúncio das medidas e os trabalhadores reclamavam o pagamento imediato, para todos, de quatro salários em atraso, do décimo terceiro salário e de oito parcelas do FGTS.
O plano de pagamento da dívida dos trabalhadores, baseado na utilização de títulos de dívida (debêntu-res), ainda causa preocupação. Isso porque não só funcionários, mas também outros credores, desconfiam se a Varig antiga terá fluxo de caixa suficiente para abater o passivo de R$ 7,9 bilhões que herdará. Só de dívidas contraídas antes da recuperação judicial, são R$ 210 milhões para os empregados.

Um comunicado fixado no quadro de avisos dos funcionários da Varig, no Aeroporto Internacional Tom Jo-bim, informava que benefícios serão cortados a partir de 1º de agosto, devido à crise da empresa. O recado revoltou empregados da companhia aérea, que estão com salários atrasados e agora ficam sem ticket refeição e alimentação, vale-transporte e plano de saúde.

MST tem 157 acampamentos em Pernambuco
O MST realizou na terça-feira, dia do trabalhador ru-ral, duas ocupações de terra em Pernambuco. As invasões foram em Riacho das Almas, no agreste, e em Serra Talhada, no sertão. De acordo com a direção do Movimento, 110 pessoas participaram das duas ações, que elevaram para 157 o número de acampamentos do MST no estado. Em assembléia realizada no acampamento Chico Mendes, na Zona da Mata, as famílias acampadas no local decidiram permanecer na área de 560 hecta-res, não acatando uma ordem de reintegração de posse judicial.

Fazendeiros não deixam Reserva Indígena Serra do Sol
O direito de usufruir as terras da Reserva Raposa Serra do Sol, em Roraima, ainda não é somente dos povos indígenas, como definiu o decreto de Lula, em abril de 2005. O decreto homologava os cerca de 1,7 milhão de hectares da Reserva, devolvendo estas terras aos povos indígenas. Os arrozeiros tiveram o prazo para deixarem as terras que há mais de 30 anos eram reivindicadas pelas comunidades indígenas. Mais de um ano se passou e isto não aconteceu.

O meio ambiente também sofre pelas práticas como o plantio de soja transgênica na região. Plantações que recebem grande quantidade de agrotóxicos. “No mês de junho nós recebemos uma denúncia de milhares de pássaros mortos. Os indígenas foram abrir, para saber o que os pássaros tinham comido e encontraram grãos de soja. Para nós é uma plantação nova, mas já está trazendo impactos.”

Novas provas de fraudes no México
A aliança política encabeçada por López Obrador, candidato da esquerda nas eleições mexicanas, anunciou nesta semana que possui novas provas das fraudes eleitorais que deram a vitória ao candidato do governo. O documento a ser apresentado comprova que foram violados os lacres de algumas urnas nos distritos de Yucatán, Zacatecas e Veracruz, entre outros.

Fidel diz que não estará no poder quando fizer 100 anos
O presidente de Cuba, Fidel Castro, que completará 80 anos em agosto, disse ironicamente nesta quarta-feira aos Estados Unidos que “não se assus-tem” porque ele não pensa em chegar aos 100 anos de idade exercendo o poder. O recado foi dado em um discurso para 100 mil pessoas durante as comemorações do Dia da Revolução Nacional (26 de julho), a festa patriota mais importante do país. “Acho que existem não sei quantos milhares de cidadãos em nosso país que passam dos 100 anos. Mas não se assustem ‘vencinitos’ (vizinhos) do Norte porque não penso em estar exer-cendo funções a essa idade” brincou Fidel.

Fidel visitou casa do Che
Aproveitando sua estadia na Argentina, onde participava da reunião do Mercosul, Fidel Castro visitou a casa onde viveu Ernesto Che Guevara, em Alta Gracia. Fidel e Hugo Chávez chegaram juntos e foram recebidos por amigos de infância do Che e muitos moradores do local que gritavam “a gente sente, o Che está presente”! A casa de infância do Che está transformada em um museu e no quarto ainda estão sua cama e o guarda-roupas.

Paraguai e Uruguai entram no projeto Gasoduto do Sul
Os presidentes participantes da 30ª Reu-nião da Cúpula do Mercosul assinaram um acordo para a entrada do Paraguai e do Uruguai no projeto Gasoduto do Sul. O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, ressaltou que seu país tem reservas de gás suficientes “para todos, por 100 anos”. De acordo com Chávez, a substituição do petróleo por gás pode trazer economia de US$ 15 bi para a região.

Economia global à beira do abismo
A OMC declarou-se em crise na última segunda-feira, suspen-dendo as discussões e paralisando a Rodada de Doha. Com a crise, todos os encontros que estavam planejados para o mês foram cancelados. A suspensão das negociações e “o fracasso de seus principais negociadores para chegar a um acordo representa um problema para a evolução da economia global”. A declaração foi dada pelo diretor-geral da Organização, Pascal Lamy. Ele ressaltou que, depois deste novo fracasso, os países têm que “enfrentar suas responsabilidades”, e acrescentou que “as conseqüências econômicas não serão vistas imedia-tamente, mas em breve. Isso afetará o clima geopolítico global”.

A Rodada de Doha, que deveria ser encerrada ainda este ano, foi lançada em 2001 para aprofundar a libe-ralização da agricultura, da indústria e dos serviços, visando, pelo menos em princípio, a beneficiar sobretudo os países menos desenvolvidos. A reunião de domingo era tida como uma das últimas chances para que os países superassem suas diferenças.

OMC tenta resgatar imagem, mas naufraga
Depois de longas reuniões em Genebra, durante a se-mana, os ministros dos seis principais atores nas negociações da OMC não conseguiram superar os impasses. Com a crise se agravando, já se falava na possibilidade de um entendimento para apenas “salvar a imagem”.

Na última reunião, Brasil, Índia, Estados Unidos, União Européia, Japão e Austrália (grupo conhecido como G-6), travaram uma verdadeira batalha sobre a redução de subsídios agrícolas e tarifas de importação. A reu-nião era considerada como uma das últimas oportunidades para superar as diferenças, mas não houve acordo. A proposta dos EUA não atendeu aos interesses dos demais negociadores, em particular Brasil e Índia. O repre-sentante brasileiro, chanceler Celso Amorim, criticou abertamente ao dizer que “os Estados Unidos querem que os outros países abram seus mercados mas não abre o seu para nossos produtos”. Ao final do encontro ele disse que “não se tratava apenas de negociações comerciais, mas é parte também da luta contra a fome e a pobreza, pela governabilidade política, pela segurança internacional e pelo desenvolvimento com justiça social”.

Faça o que eu digo, não faça…
O Congresso dos EUA introduziu mudanças significativas na maneira como o governo analisa aquisições de empresas americanas por grupos estrangeiros, um movimento que pode-rá tornar bem mais lento e burocrático o caminho que precisa ser atravessado por investidores interessados em negócios no país. Em outras palavras, o governo Bush cria mais dificuldades para a compra de empresas esta-dunidenses por capital externo.

A desculpa apresentada é a crescente preocupação com questões de segurança nacional. Os políticos esta-dunidenses enxergam na nacionalidade dos possíveis compradores de empresas uma ameaça à segurança do país. Mas muitos já se preocupam com a possibilidade de que outros países adotem controles semelhantes.

Europa está cada vez mais quente
A onda de calor que se extende por toda a Europa é uma conse-quência direta do aquecimento da atmosfera, dizem os especialistas. “Estamos observando e sofrendo os pri-meiros efeitos do aquecimento planetário”, diz um especialista do Centro Francês de Investigação Científica. Os gases que causam o “efeito estufa” são derivados da queima de combustíveis fósseis (carvão e petróleo).

Durante a semana, a Europa conviveu com temperaturas muito superiores a 35 graus. Paris e Berlim regis-traram 39 graus e na Bélgica chegou a 37 graus. Estas são temperaturas “incomuns” na região e preocupam os especialistas. (http://www.ipsnoticias.net/_focus/cclimatico/index.asp)

ExxonMobil (Esso) registra lucro recorde
A gigante do petróleo ExxonMobil apresentou um lucro lí-quido de US$ 10,36 bilhões (US$ 1,72 por ação) no segundo trimestre, 36%, ou US$ 2,72 bilhões, a mais que no mesmo período do ano passado. No primeiro semestre, o lucro da companhia foi de US$ 18,76 bilhões (US$ 3,09 por ação), 21% mais que o registrado entre janeiro e junho de 2005. O lucro da companhia cresceu 32%, passando de US$ 7,84 bilhões no segundo trimestre do calendário passado para US$ 10,36 bilhões neste perío-do em 2006.

Greve Geral contra Rice
Em Ramallah, os grupos palestinos convocaram na segunda-feira uma greve geral e manifestações nos territórios palestinos para protestar contra a visita da secretária de Estado america-na, Condoleezza Rice. Em Gaza, os grupos palestinos também pediram, em um comunicado, uma greve maciça e um dia de luta: “Rechaçamos a visita da secretária de Estado americana à região, cujos objetivos aparecerão claramente. Os crimes, os massacres e o terror de Estado organizado que o governo israelense pratica são co-metidos com o apoio e a luz verde americanos para a continuação desta ampla agressão”.

ONG adverte sobre gravidade dos ferimentos de civis em Gaza
A organização humanitária Médi-cos do Mundo (MDM) assegurou que o exército israelense emprega em Gaza um tipo de armamento que causa na população civil ferimentos diferentes dos provocados habitualmente pelas armas convencionais. Uma porta-voz da organização com sede em Paris disse que seu pessoal na Faixa de Gaza constatou que os ferimentos de alguns palestinos atingidos pelas bombas israelenses apresentam características especiais.

A gravidade das lesões, com amputações traumáticas de membros e a elevada percentagem de mortos em relação aos feridos são dois elementos que chamaram a atenção da MDM, que pretende reunir todos os dados possíveis para esclarecer o tipo de material explosivo empregado por Israel. O jornal “Libération” publicou que o exército israelense poderia estar usando bombas de fragmentação, um tipo de arma que, após seu lançamen-to, dispersa uma grande quantidade de bombas menores por uma ampla área, que ficam ativas e podem ex-plodir muito tempo depois.

Israel pode estar usando fósforo branco
Médicos internacionais estão também analisando as feri-das de vítimas civis no Líbano, depois dos bombardeios de Israel. Segundo alguns profissionais, as feridas são “anormais” para situações parecidas em outras guerras. Alguns feridos que estão sendo atendidos nos hospitais libaneses apresentam “queimaduras nos ossos, mas não na pele”.

A imprensa mundial denuncia que Israel pode estar usando “fósforo branco”, proibido por legislação inter-nacional, em seus ataques. O “fósforo branco” é uma substância amarelada que queima quando exposto ao oxigênio do ar e chega a temperaturas elevadas. A chama é difícil de apagar e faz uma espessa fumaça. As partículas causam queimaduras profundas e muito dolorosas.

ONU pediu a Israel que suspendesse ataque à Finul
A ONU entrou em contato dez vezes com as tropas israelenses para que suspendessem o ataque que causou a morte de quatro de seus observadores no sul do Líbano, segundo um relatório inicial das Nações Unidas divulgado pela cadeia britânica BBC.

O posto da Força Interina da ONU no Líbano (Finul), situado na localidade de Al Khiyam, foi atingido na terça-feira por um míssil teleguiado após seis horas de ataque, segundo fontes próximas à investigação. De acordo com o relatório, cada vez que os observadores da ONU entravam em contato com as forças israelenses, estas asseguravam que o ataque seria suspenso, acrescentou a cadeia britânica.

A morte dos quatro observadores, de nacionalidade finlandesa, austríaca, canadense e chinesa, foi qualifi-cada de “trágico assassinato” pelo secretário-geral da ONU e de “engano” por Israel.

Israel telefona avisando que destruirá casas. O Exército israelense está ligando para alguns mora-dores de Gaza avisando que suas casas serão bombardeadas porque dão cobertura a terroristas. Trata-se de uma mensagem gravada em árabe, na qual uma voz afirma que fala em nome do Exército israelense e adverte ao ouvinte que seu lar será destruído. Durante os últimos três dias sete casas nas quais viviam palestinos que tinham recebido esta mensagem de advertência foram destruídas.

Israel lança gases venenosos no sul do Líbano
Os militares israelenses estão usando gases vene-nosos em aldeias no sul do Líbano. De acordo com um antigo perito americano em armas que serviu no Iraque, a trata-se de uma bomba de artilharia que lança produtos químicos. Uma página na internet traz a fotografia de um soldado israelense manuseando a bomba e outra do mesmo tipo está no chão, ao lado do tanque. A matéria está em http://resistir.info/.

Israel ataca torres de TV
A aviação israelense atacou e destruiu torres de televisão do Líbano e des-truiu também a rede de comunicação de telefone celular. Saíram do ar as redes Al Jazeera, Al Arabiya e Al Ma-nar.

Fotos da agressão
Para quem suporta imagens fortes, algumas fotografias dos ataques israelenses ao Líbano podem ser vistas em http://resistir.info/moriente/ajuda.html

Em 15 dias, 1.600 vítimas no Líbano
Mais de 400 mortos e 1.200 feridos, na maioria dos casos ci-vis, é o resultado de 15 dias de ataques da aviação e da artilharia israelense contra o sul e o centro do Líbano, segundo os dados oficiais divulgados pela agência PL.

Bombardearam um comboio de jornalistas
Um comboio organizado pela Defesa Civil do Líbano, le-vando também alguns jornalistas, foi bombardeado pela artilharia israelense perto da cidade de Rmeish, se-gundo noticiou o canal de televisão LBC.

Abaixo Assinado
O Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente (MPPM) continua a recolher assinaturas PELO TERMO DA VIOLÊNCIA E DO DESASTRE HUMANITÁRIO NO MÉDIO ORI-ENTE, que pode ser subscrito online em: http://www.petitiononline.com/pazja/

Manifestações em Lisboa e no Porto
Mais de 1000 pessoas concentraram-se em Lisboa, no dia 26, diante da embaixada de Israel para protestar contra os massacres. O embaixador recusou-se a receber o do-cumento de protesto que lhe foi apresentado pela comissão de manifestantes, sendo decidido que seria então enviado pelo correio. Na cidade do Porto, as pessoas reuniram-se na Praça da Batalha a fim de condenar os ataques de Israel contra os povos libanês e palestino.