Diversidade atrai congressistas ao Centro Cultural

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Nem só de debates enriquecedores e discussões acaloradas vive o XI Congresso Estadual dos Trabalhadores em Educação. Nem só de debates enriquecedores e discussões acaloradas vive o XI Congresso Estadual dos Trabalhadores em Educação. Entre uma conferência e outra, os congressistas têm vivido a experiência num espaço mais descontraído e informal: é o Centro Cultural Resistência e Luta, preparado pelo SINTESE para assegurar que os congressistas alimentem o corpo e a alma durante os quatro dias do evento.

Montado na área comum do Iate Clube, o Centro Cultural põe a disposição dos delegados e observadores que participam do XI Congresso um alfabeto inteiro de bens culturais, que vai do livro acadêmico à comida típica, da memória das lutas dos educadores sergipanos ao artesanato. Uma diversidade que tem agradado a quem vende ou expõe e a quem vê e adquire.

De acordo com a livreira Grasielle Santos, que representa no Centro Cultural a maior livraria da cidade, a saída de livros tem atendido às expectativas. Romances e obras sobre pedagogia têm sido os mais procurados. A loja oferece facilidades aos professores, como 10% de desconto na compra de qualquer livro e pagamento parcelado no cheque ou cartão. “Até agora, o segundo dia de congresso foi o que teve maior movimento”, conta.

Já para a vendedora Valquíria Melo, que trouxe comidas típicas como o caruru e o bóbó de camarão para o XI Congresso, o melhor dia de vendas foi o primeiro. “O movimento caiu um pouco, mas a gente espera que melhore no terceiro dia”, explica.

No espaço dedicado ao SINTESE, o interesse do público tem sido grande, tanto pelas exposições de fotos e a distribuição de cartilhas sobre direitos e reformas trabalhistas como pelos artigos colocados à venda, como camisas, bonés e até a famosa corujinha mascote do magistério.

Professora das redes estadual e municipal no município de Lagarto, a congressista Ilene Fraga se disse satisfeita com a diversidade oferecida no Centro Cultural: “Estou achando ótimo. Já fiz a assinatura de uma revista e comprei dois livros”, conta a educadora. O Centro Cultural prossegue funcionando a todo vapor até o fim do XI Congresso, e espera sua visita.