Professores de Japoatã com problemas no transporte

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Educadores que trabalham nos povoados Ladeirinhas (projeto Ladeirinhas A e B), estão enfrentando grandes dificuldades com o transporte oferecido pela prefeitura. Educadores que trabalham nos povoados Ladeirinhas (projeto Ladeirinhas A e B), estão enfrentando grandes dificuldades com o transporte oferecido pela prefeitura. O ônibus destinado a levar os professores para os povoados é usado também como transporte de passageiros e também de carga, incluindo alunos de escolas particulares, aposentados, pessoas que fazem compras na sede do município, etc. “A lotação é tanta que já contamos 93 pessoas numa viagem de 23 km. É uma situação desgastante para o professor que já chega cansado em sala de aula e também de perigo, pois um ônibus lotado é muito mais propenso a acidentes”, denuncia o professor Marcos, representante do SINTESE no município. A secretária de Educação já está sabendo do ocorrido e tentou resolver a situação identificando o ônibus com o texto “Exclusivamente Escolar”, mas como não há quem fiscalize as viagens a situação continua a mesma. Outro agravante é que ao voltar para suas residências os educadores são obrigados a esperar os alunos do Ensino Superior, pois apesar de ser pago com recursos do Fundef, o ônibus também serve de transporte para os universitários.

Professores de Neópolis cobram instalação da Comissão Permanente de Gestão da Carreira Os professores de Neópolis aguardam que a administração municipal faça a nomeação da Comissão Permanente de Gestão para que se possa estudar o reenquadramento dos educadores e também para que o art. 21 do Plano de Carreira do Magistério Municipal seja cumprido, ou seja, que os professores possam ter acesso à mudança de nível, titulação, ampliação de carga horária, dedicação exclusiva e outros direitos.

Os professores foram informados por um dos assessores jurídicos da prefeitura que a comissão ainda não saiu porque o procurador do município não indicou os representantes da Procuradoria e da secretaria de Administração.

”Pelo visto o que falta mesmo é vontade política do gestor municipal para fazer valer o que está previsto em Lei, porque o SINTESE já cumpriu a sua parte enviando os nomes dos professores para a Comissão desde o dia 17 de julho”, disse o professor Alberto dos Santos, coordenador da sub-sede do SINTESE em Neópolis.

Professores de Santana do São Francisco reivindicam revisão salarial

Estamos no mês de setembro e os educadores de Santana do São Francisco ainda não tiveram revisão salarial. A revisão deveria ter acontecido no mês de maio como está prevista no Plano de Carreira e Remuneração do Magistério, mas até agora não há acordo entre educadores e prefeitura.

O impasse está instalado porque a administração municipal não repassa ao Conselho do Fundef – Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério a prestação de contas e as folhas de pagamento da Educação, para que os professores possam avaliar os gastos e propor índice de revisão salarial.