Massa salarial cresce 8%

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A massa de salários pagos por empresas e governos no País teve crescimento real de 8% em 2005 em re-lação a 2004, embora tenha sido criado praticamente o mesmo número de empregos com carteira assinada em cada um desses anos. A massa de salários pagos por empresas e governos no País teve crescimento real de 8% em 2005 em re-lação a 2004, embora tenha sido criado praticamente o mesmo número de empregos com carteira assinada em cada um desses anos. Segundo a Relação Anual de Informações Sociais (Rais), divulgada pelo Ministério do Trabalho, no ano passado houve 1,831 milhão mais contratações que demissões, o segundo melhor resultado da série histórica do estudo iniciada em 1985. O recorde foi registrado em 2004, com geração de 1,863 milhão de novas vagas formais. Em 2004, foram 1,863 novos postos de trabalho.

Além disso, no ano passado houve aumento de 2,14% no valor dos salários médios. Os trabalhadores pas-saram a receber na média R$ 1.135,35, ante R$ 1.112,06 no ano anterior. Os setores que mais se destacaram nas contratações foram serviços, (609,5 mil), administração pública nos três níveis de governo (444,1 mil), comércio (417,9 mil) e indústria (206,6 mil).

Desafios do movimento sindical
Nos dias 21 e 22 de setembro, na capital mexicana, ocorreu o se-minário “Desafios e Perspectivas dos Sindicatos diante da Integração e dos Novos Blocos Econômicos”. O en-contro foi promovido pela Federação Internacional dos Trabalhadores na Indústria Metalúrgica (FITIM), com participação de representantes do Brasil, Argentina, Colômbia, Peru, Honduras, Curaçao, Guatemala e Repúbli-ca Dominicana. Os metalúrgicos brasileiros foram representados pela CNM-CUT (Confederação Nacional dos Metalúrgicos). Em outubro, no Canadá, ocorrerá uma reunião ampliada para traçar as formas comuns de luta. A secretaria geral mundial do grupo está formada por: IGMetall (Alemanha), CAW (Canadá), NUMSA (África do Sul), IMF-JC (Japão), CO-Industria (Dinamarca), CNM (Brasil) e UOM (Argentina). O objetivo é traçar estraté-gias comuns diante dos acordos comerciais e os Tratados de Livre Comércio que são assinados pelos países.

Químicos (SP) querem 10% de reajuste
Com data-base em 1º de novembro, a assembléia (22/09) dos trabalhadores e trabalhadoras das indústrias químicas das sete cidades do Grande ABC aprovou a pauta de reivindicações da Campanha Salarial Unificada/2006. Os principais pontos são: 10% de reposição e aumento real dos salários; 12% de reajuste no piso salarial e PLR de acordo com a média salarial da empresa. Eis alu-guns pontos da pauta: 10% de reposição e aumento real dos salários; 12% de reposição e aumento do piso salarial, que hoje é R$ 607,23; PLR de acordo com a média salarial da empresa; redução de 10% da jornada de trabalho sem redução de salários; menos horas-extras para geração de empregos; Organização no Local de Trabalho (OLT); incorporação dos terceirizados; combate ao assédio moral e à discriminação.

Acabou greve da Volks, Renault e Volvo no Paraná
Acabou na terça-feira a greve dos trabalhado-res das fábricas da Volkswagen, Renault e Volvo localizadas em São José dos Pinhais (PR). De acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos de Curitiba, os empregados aceitaram a última proposta feita pelas montadoras e voltaram ao trabalho. O acordo prevê um abono de R$ 700, a ser pago em dinheiro na segunda-feira, e um aumento de salário de 4,97%, sendo 4,19% sobre o salário de setembro e 0,78% em janeiro próximo. A Re-nault monta 250 automóveis por dia na fábrica de São José dos Pinhais. A Volkswagen produz 810 automóveis diariamente e a Volvo, seis a oito ônibus e 32 a 35 caminhões.

TST exige ‘comum acordo’ para os dissídios coletivos
O Tribunal Superior do Trabalho (TST) reco-nheceu na semana passada uma das mudanças mais polêmicas na Justiça trabalhista. Trata-se do parágrafo 2º do inciso IX do artigo 114 da Constituição, que passou a dizer que, para a Justiça trabalhista julgar casos de dissídio coletivo de natureza econômica, deve haver comum acordo entre as partes envolvidas sobre levar o caso ao Judiciário. No caso em questão, a seção de dissídios coletivos (SDC) do TST extinguiu um dissídio cole-tivo proposto pelo Sindicato Nacional dos Aeronautas contra a Varig Logística.

Mais pobres da população são negros
A pesquisa “Retrato das Desigualdades”, realizada pelo Insti-tuto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (Unifem), aponta que na parcela de 10% dos mais pobres da população brasileira (dentro do total de 30,2% de pobres), 71% são negros. Entre os 10% mais ricos, os negros são 18%, contra 82% brancos. O estudo tam-bém levantou diferenças no nível de escolaridade e no acesso a educação, saúde, previdência, trabalho, habita-ção e saneamento, para homens e mulheres, negros e brancos, da zona urbana e rural. E foi realizado com base nos dados coletados anualmente, de 1993 a 2004, pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com a pesquisa, o grupo que mais sofre discriminação é o de mulheres negras. Elas demoram mais para conseguir trabalho, têm menos escolaridade e menos acesso a cuidados para a saúde, trabalham mais tempo e têm a pior remuneração. O estudo mostra que em 1993 os brancos estudavam 2,1 anos a mais que os negros, e que em 2004 a diferença caiu para 1,9 ano.

CSN continua “negociando” com a Wheeling
O presidente da CSN, Benjamin Steinbruch, afirma, no site da empresa, que “prosseguem de forma positiva os entendimentos com a Wheeling Pittsburgh Corpora-tion (WPC) para a conclusão da fusão das empresas siderúrgicas”. Ele tenta desmentir a informação divulgada, na semana passada, pelo Sindicato Nacional dos Metalúrgicos dos EUA de que as negociações teriam sido inter-rompidas. Nos EUA, uma fusão de empresas tem que ter a aprovação do sindicato dos trabalhadores.

Brasileiros roubam vagas
Uma união de sindicatos de metalúrgicos dos EUA colocou anúncios em jornais dizendo que brasileiros roubam seus empregos. Os anúncios foram pagos pela Stand Up for Steel (SUFS), que reúne sindicatos de trabalhadores e patronais da indústria do aço nos EUA. A propaganda tenta aproveitar as próximas eleições para o Congresso e diz: “Procura-se um candidato político que vá fazer alguma coisa a respeito dos 44.900 empregos em fábricas que os trabalhadores norte-americanos estão perdendo to-dos os meses. Um candidato que faça nosso governo começar a implantar as leis trabalhistas que se recusa a implantar agora, para que possamos impedir que países como China, Índia e Brasil roubem empregos america-nos”.

Escolas itinerantes no campo
Há 10 anos, surgiram as Escolas Itinerantes dentro de acampamentos e assentamentos do MST. A necessidade apareceu, devido ao grande número de despejos de acampados. Isso fazia com que os educandos do MST precisassem trocar de escolas constantemente e até mesmo, perdessem o ano letivo. As Escolas Itinerantes são construídas de lona ou madeira e acompanham o aluno e aluna onde eles estiverem. A parte pedagógica oferecida é adaptada às necessidades de cada região, sempre seguindo exigên-cias curriculares nacionais. A educação não fica somente restrita às salas de aulas. Na grade curricular existe o tempo prático e o tempo oficina, em que os estudantes aprendem teatro, música e agricultura. Os alunos não precisam se deslocar para cidades próximas dos acampamentos para estudar, pois a escola fica na porta de casa. Ouça em http://www.mst.org.br/informativos/vozes/vozesinicial.htm

Aracruz diz que não existem índios no ES
Uma “cartilha” preparada pela Aracruz Celulose está sen-do usada em palestras em escolas e está disponível na Internet. Nela, a empresa tenta provar que não existem mais aldeias na região do município de Aracruz e que os indígenas já perderam suas origens, por isso não têm direito a 11 mil hectares de terra que a empresa se diz proprietária. A denúncia está sendo feita por lideranças indígenas Tupiniquim e Guarani.

As comunidades indígenas estão estudando que tipo de ação judicial irão mover contra a empresa. A em-presa afirma que comprou as terras legalmente e tenta provar que não existem áreas indígenas em Aracruz. A multinacional também diz que os índios já foram integrados à sociedade, moram em aldeias parecidas com cidades do interior, e por isso não teriam mais necessidade de habitar uma terra indígena. A cartilha também traz uma foto de um líder da tribo, Vilson de Oliveira, acusando-o de utilizar adereços e vestimentas que não são tradicionais da etnia tupiniquim. A empresa chegou no município em 1967.

Mais trabalhadores são resgatados
O Grupo Móvel de Fiscalização de Combate ao Trabalho Escravo, da Delegacia Regional do Trabalho no Maranhão (DRT/MA), resgatou na quarta-feira (27/09), 19 trabalhadores em condições análogas à escravidão. A libertação ocorreu na Fazenda Nova Esperança, em Rio dos Bois, no município de Bom Jardim (MA). Os trabalhadores estavam sem remuneração há três meses, não havia água potável e a alimentação era precária. Sem condições de higiene ou equipamentos de proteção individual, meta-de destes trabalhadores estava alojada em um curral em meio aos animais e a outra metade se alojava em um matagal dentro da fazenda. Entre os trabalhadores foram encontrados dois menores e uma criança de apenas três anos.

Uso de agrotóxicos é o principal problema dos agricultores brasileiros
Segundo dados da Orga-nização Mundial da Saúde (OMS), aproximadamente um milhão de pessoas no mundo sofrem com intoxicações por agrotóxicos, sendo 70% delas de origem ocupacional. Uma pesquisa recente do Ministério da Saúde revela que em 16 estados brasileiros, o que mais afeta a saúde dos agricultores é o uso dos agrotóxicos. O consumo destes produtos no Brasil é o terceiro maior no mundo e apenas oito empresas controlam este mercado. (Fon-te: Agência Notícias do Planalto).

Trabalhadores fazem greve para denunciar Cargill
Os dois mil trabalhadores da unidade da Seara-Cargill em Dourados, no interior do Mato Grosso do Sul, estão paralisados contra o arrocho salarial e as péssi-mas condições de trabalho na multinacional. Com três turnos, o frigorífico abate 1.700 suínos diariamente, quase que exclusivamente para exportação. A empresa também possui no local uma fábrica de industrializados, como salsicha e mortadela e, segundo o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação (STIA) de Dourados, os trabalhadores acumulam perdas salariais ao longo dos anos, que se somam à degradação das condições de saúde e segurança, devido ao intenso ritmo de trabalho ditado pelas exportações.

“Chamar Bush de diabo é ofender o diabo”
O candidato presidencial de esquerda Rafael Correa, que lidera as pesquisas de intenção de votos no Equador, disse que o diabo deve ter ficado ofendido quando Chávez o comparou com o presidente dos Estados Unidos. “Chamar Bush de diabo é ofender o diabo”, disse Correa, um economista formado nos EUA que é o favorito às eleições de 15 de outubro. “O diabo é maligno, mas é inteligente”, acrescentou. “Acho que Bush é uma pessoa extremamente limitada e lembre-se que vivi nos Estados Unidos quando Bush ganhou a primeira eleição, inclusive com artimanha”.

Preparando caminho para o golpe
O general aposentado Marcelo Antezana, ex-ministro do exército da Bolívia, começou a “aplainar” o caminho para um golpe contra Evo Morales. Em declarações ao jornal La Prensa, ele fez ameaças contra Morales e, repetindo os velhos chavões golpistas, disse que “as Forças Armadas atuarão imediatamente para defender a Constituição”. Curiosamente, Marcelo Antezana é um dos oficiais res-ponsáveis pela entrega aos EUA de 41 mísseis terra-ar das Forças Armadas da Bolívia, antes da posse de Mora-les.

Provocação contra a Venezuela
Durante a semana, o governo Bush montou mais uma provocação contra o governo de Chávez. O chanceler venezuelano Nicolás Maduro permaneceu detido e incomunicável no aeroporto JKK, em Novo Iorque, por várias horas.

Chegando a Nova Iorque, para participar de uma reunião na sede da ONU, Maduro passou pelo aparelho detetor de metais e colocou sua pasta na esteira de raio x. Sem explicação, os funcionários mandaram ele vol-tar para nova revista e disseram que precisavam abrir as suas malas. O chanceler, então, mostrou seu passa-porte diplomático, mas os funcionários insistiram na revista e o conduziram a um local afastado onde permane-ceu incomunicável. O governo Bush nada declarou sobre o assunto, mas há suspeitas de que Nicolás Maduro está em uma “lista negra” do aeroporto, como funcionário de país “perigoso”.

Mais um dirigente sindical assassinado
Recebemos a seguinte mensagem da Central de Trabalha-dores da Colômbia (CTC): “Com indignação, registramos outro assassinato de um dirigente sindical na Colôm-bia. Desta vez tombou, assassinado, o companheiro José Ignacio Amaya Ruiz, Secretário de Assuntos Sindicais da Associação Colombiana de Empregados Bancários, filiada à CTC.” – Bogotá, Carlos Rodrigues Dia / Presiden-te

Encerrado o Congresso operário
Terminou no dia 27 o XIX Congresso da Central de Trabalhadores Cubanos. Com a presença do vice-presidente cubano Raúl Castro, mais de 400 delegados terminaram os deba-tes e apontaram os principais desafios para os trabalhadores cubanos: completar a “revolução energética” do país, ampliar o programa de construção de moradias populares e atingir melhor eficiência econômica nas em-presas. O documento central do Congresso assinala que “o mundo vive um momento histórico e, enquanto avançam os movimentos populares e sociais na América Latina, cresce o reconhecimento de Cuba”.

Seria cômico…
Em entrevista à Agência Efe, o coordenador do Governo dos EUA para uma “transição” em Cuba, Caleb McCarry, afirmou que “os cubanos devem decidir seu futuro ‘sem a intromissão’ de outros paí-ses”. Ele disse que os EUA podem “ajudar a abrir o espaço” para “democratizar” a Ilha, garantindo que Wa-shington ajudará a construir uma Havana democrática, “se um Governo de transição assim o pedir”. Será isto o anúncio de um golpe em andamento?

Terceira atividade mais lucrativa do planeta
O tráfico de mulheres e meninas para escravidão e comércio sexual é agora a terceira atividade mais lucrativa do planeta, segundo o “Informe Sobre a População Mundial 2006”, da ONU. Em primeiro lugar está o tráfico de armas e em segundo lugar o tráfico de drogas. Não existem dados oficiais sobre o assunto, mas calcula-se que o “negócio” movimente cerca de 7 bilhões de dóla-res, nos EUA, só com o tráfico! Mas este valor pode chegar a 32 bilhões, se considerar a “revenda” e outros negócios complementares (prostituição).

Surge uma nova sigla
Depois do último encontro de ministros na sede da ONU, a agência de consul-toria internacional Morgan Stanley cunhou uma nova sigla que pode se tornar conhecida em breve. Falando de uma nova aliança que foi estabelecida “nos bastidores” do encontro, a agência dizia que estava se formando um novo bloco chamado de BRIC – Brasil/Rússia/Índia/China. Os ministros de Relações Exteriores dos quatro países se reuniram em separado, na sede da ONU, para acertos e entendimentos.

Bulgária e Romênia na UE
Bulgária e Romênia receberam a permissão para ingressar na União Euro-péia a partir de 1º de janeiro, o que dará aos dois países o direito a receber bilhões de euros em subsídios. Com a nova expansão, o maior bloco econômico do mundo passa a ter 27 integrantes. A UE passará a ter 480 milhões de habitantes. A Romênia tem 22 milhões, e a Bulgária, 8 milhões.

Plano de demissões da Peugeot Citroën
Na terça, o presidente mundial da PSA Peugeot Citroën, Je-an Martin Folz, anunciou, na França, programa de demissões de 10 mil empregados, basicamente nas opera-ções européias, e a economia de 125 milhões de euros até o fim deste ano. No discurso, contudo, Folz destacou que o Mercosul e a China representam fronteiras de crescimento para a montadora francesa.

Gastos militares bateram recorde
A ONG britânica “Intermón-Oxfam” denunciou, em seu recente in-forme, que os gastos militares no mundo, em 2006, baterão uma cifra recorde: 835 bilhões de euros! Isto sig-nifica 15 vezes mais do que toda a ajuda humanitária internacional ou o que foi gasto em toda a história da “Guerra Fria”. Em apenas quatro anos, as 100 maiores empresas de armamentos aumentaram as vendas em 60%. As vendas passaram de 123,8 bilhões de euros (2000) para 211,3 bilhões de euros (2004).}

Começou a campanha presidencial nos EUA
A senadora por Nova York, Hillary Clinton, rebateu as críticas da secretária de Estado, Condoleezza Rice. A atual disputa entre as duas é sobre quem – Clinton ou Bush – perdeu mais oportunidades de prevenir os ataques de 11 de Setembro. As duas travam um debate pú-blico sobre o que poderia ser feito para evitar os ataques, mas, no fundo, o que está em jogo é a sucessão pre-sidencial.

Bush já declarou, algumas vezes, que “Rice seria uma boa presidenta para os EUA”, e os democratas já preparam o lançamento da candidatura de Hillary para a presidência. Muitos analistas consideram difícil, mas podemos ter uma disputa entre duas mulheres para comandar o país mais poderoso do planeta!

Bush ganha novo “brinquedinho”
O Congresso dos EUA (Câmara dos Representantes e Senado) vo-tou, em regime de urgência, uma nova lei autorizando o uso da tortura durante o interrogatório de suspeitos de “terrorismo”. Isto mesmo, o governo Bush acaba de legalizar a tortura! E várias organizações de direitos hu-manos, incluindo a Human Right Watch, estão denunciando a medida pela internet.

Não se sabe quantos prisioneiros da guerra contra o terror existem nos cárceres secretos estadunidenses. Só na base de Guantánamo existem 445 prisioneiros que agora podem ser torturados, legalmente, durante os interrogatórios.

Tiro x pedra
Soldados israelenses receberam ordem para atirar contra libaneses que jogarem pedras contra eles caso sintam que suas vidas estejam em perigo, disse ontem o comandante do Exército de Israel. Alguns ministros israelenses mostraram-se “ultrajados” porque, na última sexta-feira, dezenas de libaneses usando símbolos do Hizbollah atiraram pedras contra soldados israelenses em um ponto da fronteira.

Um menino de nove anos morreu e mais quatro pessoas ficaram feridas em explosões de bombas de frag-mentação ocorridas no Sul do Líbano. Mohammed Hassan Sultan, de apenas nove anos, morreu na hora quan-do a bomba explodiu perto de sua casa na aldeia libanesa de Sawwaneh. Mais três homens ficaram feridos na explosão que matou o menino.

Otan vai ampliar operação militar no Afeganistão
Os ministros dos países da Otan aprovaram am-pliar suas tropas no Afeganistão. Ao menos mais 12 mil novos soldados americanos estarão sob o comando da aliança. As mudança deve começar nas próximas semanas. Com a expansão, as tropas cobrirão toda a área insurgente no país, onde o Taleban voltou a organizar forte resistência às forças ocidentais. A Otan também aprovou o envio de uma grande quantidade de equipamento militar. Segundo o secretário de Defesa dos EUA, Donald Rumsfeld, milhares de armamentos e milhões de munições foram oferecidos. Governos europeus esta-vam sob pressão para enviar mais soldados especialmente para o sul afegão, onde tropas do Canadá, Reino Unido, EUA e Holanda vinham tendo duros combates com os insurgentes.