Professores de Itabaiana fazem assembléia para analisar propostas

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Os professores da rede municipal de Itabaiana se reúnem logo mais, às 12h, em assembléia para analisar as propostas conseguidas nas negociações com a prefeitura da cidade. Os professores da rede municipal de Itabaiana se reúnem logo mais, às 12h, em assembléia para analisar as propostas conseguidas nas negociações com a prefeitura da cidade. Os educadores paralisaram as atividades hoje, 31, e continuam até amanhã, 1º, em protesto aos problemas enfrentados pela categoria. A reunião acontece na sub-sede do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica da Rede Oficial do Estado de Sergipe (Sintese), no centro da cidade.

No momento, a coordenadora geral da sub-sede da Sintese de Itabaiana, Maria Enivalda Leite, está apresentando a pauta de reivindicações aos oito parlamentares presentes na sessão da Câmara Municipal de Itabaiana. Logo depois, partem para a assembléia da categoria.

A vice-coordenadora da sub-sede do Sintese, Rita de Cássia Santos, ressaltou que os professores da cidade vêm enfrentando diversos problemas, a exemplo de um estatuto antiquado, gratificação por titulação da categoria e carga horária.

“O estatuto do magistério é de 1983 e queremos adequá-lo à legislação vigente. Outro problema é a falta de organização da carga horária dos professores. Quando falta professor o município contrata novos, causando inchaço desnecessário, dificultando ainda mais a negociação, além dos professores terem direito a uma titulação com gratificação de 10% em cima do salário base a cada 120 horas de curso e não receberem desde 2005”, explica Rita.

Negociação
Rita de Cássia Santos informou que na última sexta-feira, 27, a coordenação do Sintese se reuniu com a prefeita do município, Maria Mendonça, e conseguiu negociar alguns pontos. “As titulações serão pagas a partir do próximo mês. Entregamos a proposta do novo estatuto e a prefeitura pediu um mês para analisá-la. Iremos marcar para fazer o enquadramento dos professores com o levantamento da carga horária, mas quem decide se aceita estas negociações é a categoria, na assembléia que ocorre daqui a pouco”, disse.