Índice divulgado pelo governador mantém política de desvalorização

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Para o SINTESE o índice de reajuste salarial de 2,96% e a forma de pagamento do Funaserp apresentado pelo governador Marcelo Déda na última sexta-feira, dia 20, não condiz com o discurso valorização do servidor público Para o SINTESE o índice de reajuste salarial de 2,96% e a forma de pagamento do Funaserp apresentado pelo governador Marcelo Déda na última sexta-feira, dia 20, não condiz com o discurso valorização do servidor público pregado desde a campanha eleitoral. “O percentual apresentado é ruim, pois não repõe as perdas salariais dos servidores. E, apesar de ter acenado com a possibilidade de se reunir com os sindicatos para apresentar dados e discutir o reajuste salarial o governo do Estado resolveu escolheu um método anti-democrático de apresentar o índice”, afirmou o presidente do SINTESE, Joel Almeida.

O sindicato argumenta que na Educação há possibilidade do índice de reajuste ser maior, pois na última audiência a SEED apresentou dados sobre a folha de pagamento que o SINTESE considerou superestimados. De acordo com os números apresentados pelo secretário José Fernandes Lima, a média salarial do servidor da Educação é de R$1600. “Esse valor está além a realidade salarial de quem é lotado na SEED. É preciso que seja revisto”, apontou o vice-presidente Carlos Sérgio Lobão.

Funaserp

A forma de pagamento e a falta de correção monetária dos valores que os servidores têm a receber do Funaserp também foram consideradas ruins pelo sindicato. “Os servidores estão decepcionados, pois o atual governo tem um discurso de mudança, mas na prática continua com a mesma política dos governos anteriores”, enfatizou o diretor de Comunicação do SINTESE, Roberto Silva. Com relação a pauta de reivindicação o SINTESE pretende continuar com a luta para negociar com a SEED questões como gratificações, condições de trabalho e formação continuada para o professor.