SINTESE participa de ato em defesa do patrimônio público

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A iniciativa do ato partiu dos movimentos sindicais e sociais que defendem a devolução dos recursos retirados indevidamente dos cofres públicos e a criação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar as irregularidades nos contratos da Companhia de Saneamento de Sergipe (Deso). O SINTESE participou nesta quarta-feira, dia 27, do ato em defesa do patrimônio público em frente a Caixa Econômica no centro comercial. A iniciativa do ato partiu dos movimentos sindicais e sociais que defendem a devolução dos recursos retirados indevidamente dos cofres públicos e a criação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar as irregularidades nos contratos da Companhia de Saneamento de Sergipe (Deso).

Para o sindicato é importante que a CPI seja instalada para que sejam apuradas todas as denúncias e que os responsáveis sejam punidos. “Estamos aqui em nome dos trabalhadores da Educação apoiando a iniciativa da OAB/SE na instalação da CPI da Deso, pois entendemos que o patrimônio público deve ser respeitado”, disse Joel Almeida, presidente do SINTESE.

A irreverência também esteve presente no ato, um trio pé-de-serra animava e foram servidos doce de leite e licor, além da distribuição de panfletos. Quem passava no local Uma enquete foi apresentada envolvendo as seguintes questões: você concorda com a instalação de uma CPI da Deso? Você concorda com a realização de juma auditoria nas contas do Estado? Você é a favor da punição dos corruptos e da devolução do dinheiro roubado dos cofres do Estado?

Na oportunidade a Central Única dos Trabalhadores em Sergipe enviou documento para a Assembléia Legislativa cobrando dos deputados um posicionamento sobre o envolvimento de membros do Tribunal de Contas na Operação Navalha.

“A sociedade exige uma postura da Assembléia Legislativa de Sergipe. O Tribunal de Contas é um órgão que tem função auxiliar ao poder legislativo e os conselheiros são aprovados pelos deputados, então o poder legislativo não pode ficar omisso”, explicou o presidente da CUT Sergipe, Antônio Carlos Góis.

Com informações do site da CUT/SE

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