Campo do Brito faz nova paralisação dia 03

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Além de Campo do Brito, Pedrinhas e Umbaúba paralisam as atividades. Em Ribeirópolis a categoria realiza assembléia dia 03 e não descarta a possibilidade de nova pralisação Os professores de Campo do Brito voltam as aulas nesta quarta-feira, dia 01, na sexta-feira, dia 03 voltam a paralisar as atividades. O motivo é que o prefeito Manoel de Souza não aceita antecipar a negociação da revisão salarial dos educadores, que segundo o Plano de Carreira e Remuneração do Magistério deveria ter sido implementada no mês de maio. O prefeito só quer discutir a questão no final do mês de agosto. A decisão de paralisar foi tomada pelos professores em assembléia realizada terça, dia 31.

Professores de Ribeirópolis realizam assembléia
No dia 03 os professores da rede municipal fazem assembléia para avaliar a paralisação do dia 30 e dar novos encaminhamentos para a luta. De acordo com o professor Paulo Sérgio, da comissão de negociação do SINTESE a possibilidade de nova paralisação não está descartada.

A prefeitura vem descumprindo a LDB e também a lei do Fundeb. Segundo informações dos conselheiros do Fundeb a administração só disponibilizou os documentos para fiscalização até o mês de março, ou seja, há quatro meses os conselheiros tentam fiscalizar como foram gastos os recursos vinculados há Educação.

Pedrinhas e Umbaúba também paralisam
Os educadores de Pedrinhas e Umbaúba também sofrem com o descaso da administração municipal e realizam paralisação nos dias 02 e 03.

Em Pedrinhas apesar de contar com recursos para um reajuste salarial maior o prefeito José Kleber Fonseca apresentou contraproposta de apenas 2,98%. Além disso, desconsiderou as conversas tidas com o SINTESE e enviou projeto para a Câmara de Vereadores.

Em estudos feitos pela assessoria do SINTESE foram encontradas várias irregularidades na folha de pagamento da Educação. Exemplo disso é o pagamento de pessoas fora do magistério com dinheiro do Fundeb.

Umbaúba
Os professores estão insatisfeitos com os rumos que a prefeitura tem dado a Educação. Há várias irregularidades na contratação de professores, falta de condições de trabalho e a merenda escolar é insuficiente, chegando a faltar em alguns estabelecimentos de ensino. Além disso, nas reuniões para revisão do Plano de Carreira e do Estatuto do Magistério a administração municipal pretende retirar direitos históricos adquiridos pela categoria.