SINTESE questiona recondução de envolvidos em desperdício de merenda escolar

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O SINTESE e o Conselho de Alimentação Escolar reafirmam de que a equipe diretiva da Escola Estadual Felisbelo Freire em Itaporanga, responsável pelo apodrecimento de 153 quilos de frango e carne moída da merenda escolar e que tinha sido exonerada na primeira quinzena de agosto foram reconduzidos as outras escolas do município. O SINTESE e o Conselho de Alimentação Escolar reafirmam de que a equipe diretiva da Escola Estadual Felisbelo Freire em Itaporanga, responsável pelo apodrecimento de 153 quilos de frango e carne moída da merenda escolar e que tinha sido exonerada na primeira quinzena de agosto foram reconduzidos as outras escolas do município.

O questionamento tanto do sindicato quanto do CAE é: porque esses servidores foram reconduzidos a postos de confiança em outra escola, com exceção de Zélia Cruz, se não foi aberta sindicância para averiguar a responsabilidade deles no caso do desperdício de gêneros alimentícios da merenda escolar da Escola Estadual Felisbelo Freire? “A própria Zélia disse a mim e ao presidente do CAE que todos os que foram exonerados tinham a chave da dispensa onde era guardada a merenda, ou seja, eles são co-responsáveis, então não deveriam ser reconduzidos até que a investigação fosse concluída”, disse o diretor do departamento de Base Estadual do SINTESE e membro do CAE, professor José Francisco Andrade dos Santos.

Representantes do CAE e do SINTESE comprovaram que a antiga equipe foi removida para outras escolas. Dulcinéia Siqueira, ex-secretária está lotada como especialista na José Sobral, a exemplo de Vânia Barroso Santana, que era coordenadora, foi nomeada como diretora. Givaldo Rodrigues está lotado como especialista na escola Pedro Almeida Valadares de forma irregular já que ele não tem a habilitação para assumir tal cargo.. Somente a ex-secretária Zélia Cruz dos Santos está em sala de aula, também no José Sobral.

Em ofício enviado a SEED o sindicato questiona a legalidade desta recondução. Os professores Dulcinéia Siqueira e Gilvaldo Rodrigues Oliveira estão ocupando irregularmente o cargo, pois nenhum dos dois têm habilitação para assumi-lo. De acordo com a Lei Complementar nº61/2001 que trata do Plano de Carreira e Remuneração do Magistério da rede estadual para assumir o cargo de especialista o profissional além de ser habilitado deve ingressar na rede através de concurso público.