Escola pública: a escola como sujeito

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Durante a VIII Conferência Estadual dos Trabalhadores em Educação os conferencistas vão avaliar o quadro atual da educação no Brasil e construir formas de resistência e práticas pedagógicas emancipadoras. Durante a VIII Conferência Estadual dos Trabalhadores em Educação os conferencistas vão avaliar o quadro atual da educação no Brasil e construir formas de resistência e práticas pedagógicas emancipadoras.

Em tempo de tentativas de engessamento dos nossos sonhos e das nossas idéias, precisamos recuperar a autoria da nossa prática pedagógica, recuperar a capacidade de nos fazermos sujeitos da nossa história e agentes da nossa existência. Para isso os professores poderão mostrar os trabalhos que desenvolvem junto a seus alunos da escola pública de forma a construir uma educação libertadora que ajude na concepção de uma sociedade mais justa e igualitária, onde a educação pública tenha um papel importante na formação da cidadania e da cultura. Os projetos pedagógicos podem ser mostrados em painéis. As inscrições de projetos podem ser feitas no Departamento de Formação do SINTESE.

Cortejo Cultural

Os sujeitos da escola pública também poderão mostrar na rua seus trabalhos na área cultural. Numa iniciativa inédita o SINTESE realizará no dia da abertura da oitava conferência um cortejo visando a promoção da rede pública com os projetos culturais desenvolvidos pelos professores e alunos sergipanos.

A saída será às 8h do dia 15/10 do Colégio Estadual Atheneu Sergipense e seguirá até o Iate Clube, onde se realizará a conferência. Os interessados têm até o dia 08 de outubro para ir a sede central do SINTESE e fazer sua inscrição com Samírinys.

Liberação

A Diretoria Executiva do SINTESE está solicitando às autoridades competentes para que liberem das aulas os professores, das redes estadual e municipais de ensino, para que os mesmos possam participar integralmente da VIII Conferência Estadual de Educação. A qualidade do ensino está relacionada também com a formação permanente e continuada dos educadores.

Portanto, companheiros, de 15 à 18 de outubro valerá a pena erguer o pendão da prática libertadora e unirmos forças, práticas e sonhos na consolidação de uma escola que se liberta na expressão mais viva de Paulo Freire e que, ao mesmo tempo, se faz sujeito, como na expressão mais poética de Vandré: “ … agora sou cavalheiro laço firme e braço forte num reino que não tem rei.”