Professores de Capela em greve por tempo indeterminado

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A nova greve é devido a mais uma vez o descumprimento por parte do prefeito Sukita do que foi negociado com a categoria. Desde a última segunda-feira, dia 22, que os professores da rede municipal de Capela estão em greve por tempo indeterminado. A nova greve é devido a mais uma vez o descumprimento por parte do prefeito Sukita do que foi negociado com a categoria.

Em reunião realizada no dia 04 de outubro entre comissão de negociação do SINTESE, prefeitura municipal e membros da Comissão de Educação, da Câmara de Vereadores foi negociado o projeto de lei que regulamenta o Plano de Carreira e Remuneração do Magistério. Até aí, tudo bem. Mas, os professores descobriram que o projeto enviado pelo prefeito para a Câmara é totalmente diferente do que foi negociado. “Os professores do município se sentem traídos pelo prefeito, pois uma negociação foi feita e os educadores cumpriram a parte deles, saindo da greve para que a reunião do dia 04 acontecesse, mas Sukita mais uma vez não respeitou o acordo”, disse a diretora do Departamento de Base Municipal do SINTESE, Lúcia Barroso.

Professores de Malhador continuam em greve

Apesar do acontecido na segunda-feira, quando foram detidos no prédio da prefeitura, os educadores da rede municipal continuam com o movimento grevista. Eles reivindicam que o prefeito cumpra a pauta de reivindicação de 2007 que foi entregue ao prefeito no mês junho e tem como pontos principais: reajuste salarial; automaticidade na progressão vertical; redução da carga horária para professores com 15 anos de exercício; gratificação por titulação; melhoria nas condições físicas das escolas e, principalmente, transparência no uso dos recursos da educação.

Através dos sites do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação – FNDE o sindicato averiguou que o município recebeu para a Educação mais de R$3,5 milhões, mas a população não sabe como esses recursos foram gastos. Professores de Propriá continuam paralisação Os educadores da rede municipal de Propriá decidiram em assembléia geral realizada na última sexta-feira, dia 19, que vão continuar a paralisação iniciada dia 15. Eles paralisaram as atividades devido a falta de negociação com a prefeitura em relação a pauta de reivindicações. Além de revisão salarial os professores reivindicam mudança de nível e titulação.