Nota oficial da CUT sobre o fim da CPMF

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O fim da CPMF e a conseqüente queda de arrecadação da ordem de R$ 40 bilhões não podem, em hipótese alguma, ser compensados em 2008 com a redução dos investimentos em políticas sociais como Saúde, Previdência, Assistência Social e valorização dos trabalhadores públicos, como parece ser, em última instância, o objetivo oculto de partidos como DEM (ex-PFL) e PSDB. O fim da CPMF e a conseqüente queda de arrecadação da ordem de R$ 40 bilhões não podem, em hipótese alguma, ser compensados em 2008 com a redução dos investimentos em políticas sociais como Saúde, Previdência, Assistência Social e valorização dos trabalhadores públicos, como parece ser, em última instância, o objetivo oculto de partidos como DEM (ex-PFL) e PSDB.

A CUT não vai aceitar nenhuma tentativa de drenagem de recursos dessas áreas.

Entre os gastos do governo, aquele que deve prioritariamente ser reduzido para preencher eventuais lacunas orçamentárias é o gasto com o pagamento dos juros da dívida interna.

A Executiva Nacional da CUT, que se reunirá no próximo dia 18, ainda irá detalhar as ações que pretende empreender e as propostas que defenderá com o objetivo de preservar os investimentos em políticas sociais.

Artur Henrique, presidente nacional da CUT