Opção óbvia

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Não sou de ninguém, Não tenho dono nem dona, Mas sinto na consciência Dimensão histórica libertária Sem fronteiras a me impulsionar Para mudar o curso dessa história Cínica e opressora De “dono de gado e gente”. Não sou de ninguém, Não tenho dono nem dona, Mas sinto na consciência Dimensão histórica libertária Sem fronteiras a me impulsionar Para mudar o curso dessa história Cínica e opressora De “dono de gado e gente”.

E não há porteira, cerca, grade, cancela, Laço, rédea, viseira, argola, gaiola, Marca, canga, ferrete ou outra pedra Qualquer “no meio do caminho” Que possa me aprisionar, porque Minha opção é óbvia: Dentro de mim viaja vivazmente A escola PauloFreireAna Humanizadora e libertadora No encontro e reencontro das pessoas Realidade a fora desvelando A leitura da “palavramundo”,

Na minha práxis permanente a pelejar O meu trabalho é processo em construção Rigorosamente ético-coletiva Essencialmente sócio-político-pedagógico, Sou professora, Sou professor, Sou eterno aprendiz Que vive a estudar Qual o caminho de homens e Mulheres emancipar À luz do conhecimento E da ação-reflexão-ação Na luta conseqüente contra Pedagogias de resignação e conformismo.

Assim é que no mundo E com o mundo estou Teimosamente a cultivar “À sombra desta mangueira” “As pedagogias da Esperança e da Autonomia”, sou com certeza d”Essa escola chamada vida” … Por isso, Me sei S I N T E S E, Isto sim!

(Professor José dos Santos)