Ano letivo inicia com Governo Déda em dívida com os professores

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Somente um ponto da pauta de reivindicação dos professores que acordada em documento assinado pelo Governo Marcelo Déda dia 30 de maio foi cumprido, e diga-se de passagem, parcialmente, que foi a questão da automaticidade da progressão vertical. Somente um ponto da pauta de reivindicação dos professores que acordada em documento assinado pelo Governo Marcelo Déda dia 30 de maio foi cumprido, e diga-se de passagem, parcialmente, que foi
a questão da automaticidade da progressão vertical. Apesar de ter se comprometido a pagar todas as solicitações pendentes até dezembro de 2007 e o processo automático passar a valer em janeiro deste ano, a Secretaria de Estado da Educação pagou os professores aos poucos e a Progressão Vertical Automática só será efetivada em março.

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O Programa de Inclusão Digital do Magistério (Proid) não foi universalizado e retomado em sua totalidade, pois os computadores que foram entregues se referiram a inscrições feitas em 2006.

Por isso os professores estarão no dia 20 de fevereiro, às 9h, na Assembléia Legislativa para buscar apoio e debater com os deputados sobre as promessas não cumpridas pelo governo
estadual em 2007. “O governo estadual tem uma grande dívida com os professores, principalmente nos pontos que estão no documento assinados em maio do ano passado”, disse o presidente do SINTESE, Joel Almeida.

A gestão democrática não foi implantada apesar de o Governo Marcelo Déda ter assinado documento se comprometendo a enviar o projeto de lei a Assembléia Legislativa em 2007 e só no começo do mês de fevereiro apresentou o ante-projeto ao sindicato. As gratificações revistas no Plano de Carreira e Remuneração do Magistério: merecimento, auto-qualificação, interiorização ainda não foram regulamentadas.