Professora Jivanilde ainda é vítima de perseguição

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Foi descontado nos meses de dezembro e janeiro cerca de R$1600 do seu salário. O argumento da prefeitura é que a professora teve faltas não justificadas. A professora Maria Jivanilde do município de Divina Pastora continua sofrendo perseguições, pelo fato de participar do movimento sindical. Foi descontado nos meses de dezembro e janeiro cerca de R$1600 do seu salário. O argumento da prefeitura é que a professora teve faltas não justificadas.

Jivanilde discorda: “estava fazendo estágio da minha pós-graduação e Secretaria Municipal de Educação sabia disso. E tem mais, em janeiro a rede municipal está de férias como posso ter faltado aulas?”.

A novidade é que a sua revelia ela está sendo removida de uma escola para outra, detalhe, tudo isso de forma verbal, o que contraria a lei. Outro problema é que reduziram sua carga horária sem consultá-la.

Tudo isso porque a professora denunciou o descaso da prefeitura ao atrasar salários dos servidores e as péssimas condições de trabalho, mas apesar das represálias que vem sofrendo Jivanilde disse que não volta atrás e que está cumprindo seu papel de cidadã.