Em luta por garantia de direitos, professores paralisam atividades amanhã

46

 

Normal 0 21 false false false PT-BR X-NONE X-NONE MicrosoftInternetExplorer4 /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:”Tabela normal”; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-priority:99; mso-style-qformat:yes; mso-style-parent:””; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:11.0pt; font-family:”Calibri”,”sans-serif”; mso-ascii-font-family:Calibri; mso-ascii-theme-font:minor-latin; mso-fareast-font-family:”Times New Roman”; mso-fareast-theme-font:minor-fareast; mso-hansi-font-family:Calibri; mso-hansi-theme-font:minor-latin; mso-bidi-font-family:”Times New Roman”; mso-bidi-theme-font:minor-bidi;}

A luta em defesa do piso nacional do magistério, da gestão democrática, do direito de greve e das reformas de escolas municipais é pauta prioritária para os trabalhadores da educação, que paralisam as atividades nessa quarta-feira, 16 de setembro. Às 14h, os professores se somam à manifestação contra a criminalização do direito de greve, realizada pela CUT. Os docentes também participam do ato público em defesa da lei 11.738/2008 que institui o Piso Salarial Profissional Nacional (PSPN), realizada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). A concentração acontece na Praça da Bandeira, onde os  educadores  saem em grande marcha em direção  ao prédio do Tribunal de Justiça, no centro de Aracaju.