Professores de sete redes municipais paralisam as atividades

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A luta pelo reajuste do piso e por melhores condições de trabalho levam o magistério de Aquidabã, Itabaiana, Japoatã, São Domingos, São Cristóvão, Laranjeiras e Tomar do Geru a paralisarem as atividades.

Tomar do Geru

Desde o dia 19, os professores de Tomar do Geru estão em greve por tempo indeterminado. Apesar de em audiência pública a secretária municipal de Educação ter garantido que os recursos do FUNDEB seriam suficientes para pagar o reajuste de 22,22% para todos os professores e ainda haveria saldo, mas o prefeito voltou atrás e agora diz que não há recursos.

Laranjeiras

No município da grande Aracaju os professores sofreram um golpe da administração municipal. Sem que tenha havido processo de negociação, a prefeita Ione Sobral enviou projeto de lei para a Câmara de Vereadores dividindo a carreira dos professores e reajustando o piso de forma diferenciada. Os professores com formação em nível médio receberam o reajuste de 22,22% conforme anunciado pelo Ministério da Educação. Os com nível superior ficaram com apenar 5% de reajuste, quebrando a isonomia entre os docentes. Por isso os educadores entram em greve por tempo indeterminado a partir desta segunda-feira, dia 26.

Aquidabã

A falta de abertura do diálogo para negociar o reajuste do piso e a calamitosa situação das escolas da rede municipal levam os professores de Aquidabã a paralisarem em advertência no dia 27 de março.

Japoatã

A falta de avanço nas negociações para o reajuste do piso salarial em 2012 faz com que os professores de Japoatã paralisem as atividades nos dias 27 e 28 de março. O prefeito Telmo Guimarães até agora não apresentou proposta, apesar dos insistentes apelos da categoria para que as negociações avancem.

Itabaiana

Os professores paralisam no próximo dia 28 de março. A administração municipal só apresentou proposta de reajuste reduzindo direitos e garantias que estão assegurados no Plano de Carreira e o magistério local não aceita. No mesmo dia haverá uma audiência entre a comissão de negociação do SINTESE e a administração local.

São Domingos

Dias 28 e 29 de março o magistério municipal paralisa as atividades. Não houve avanço no processo de negociação para o reajuste do piso e também com relação aos demais pontos da pauta de reivindicação da categoria, principalmente no que diz respeito ao atraso no pagamento do terço ferial que era para ser pago desde janeiro.

São Cristóvão
Dias 10 e 12 de abril o magistério municipal paralisa as atividades. Não houve avanço no processo de negociação para o reajuste do piso e também com relação aos demais pontos da pauta de reivindicação da categoria.