Alunos da E.E Ofenísia Freire ocupam Secretaria de Estado da Educação

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Foto: José Santana Filho/Seed

Foto: José Santana Filho/Seed

Os alunos da Escola Estadual Ofenísia Freire ocuparam o prédio da Secretaria de Estado da Educação – SEED nesta quinta-feira, 15. Eles exigem reforma no prédio da escola, localizada no conjunto Augusto Franco e a convocação de professores e funcionários.

Alunos e professores foram recebidos pelo secretário da Educação, Belivaldo Chagas. A comunidade escolar colocou a falta de professores, a estrutura precária e a falta de funcionários e solicitou a reforma imediata da escola.

O secretário disse que o projeto de reforma da escola já está pronto, mas precisa aguardar o processo licitatório, chegou a sugerir que fosse realizada uma reforma emergencial para sanar os problemas mais urgentes. A comunidade escolar não aceitou a proposta argumentando que a queda do forro de uma das salas já tinha sido reparado emergencialmente e que a escola necessita de uma reforma completa.

Ficou acordado que o secretário de Educação visitará a escola até o dia 23 de agosto e se reunirá com a comissão da escola (formada por alunos, professores, servidores) para começar a definir como será o processo de realocação dos alunos e professores para outro prédio quando a reforma da escola for liberada.

Estudantes da rua

Na quarta-feira, 14, os estudantes e professores fizeram ato pelas ruas do conjunto Augusto Franco dialogando com a comunidade sobre os problemas da Escola Estadual Ofenísia Freire.

A comunidade escolar denuncia que o quadro de funcionários é insuficiente: faltam oficiais administrativos, executor de serviços básicos e merendeira. Com isso a limpeza da escola não é frequente e a alimentação escolar não é servida por falta alguém para prepara-la. A escola oferece os ensinos Fundamental e Médio a 789 alunos e faltam professores de Química, Física.

A estrutura física também é problemática. No último sábado, 10, parte do forro de PVC da sala onde funciona o 7º ano B desabou por causa das chuvas. Os professores contam que nessa época de chuvas ministrar aulas é um exercício de desvio de goteiras.