Professores e professoras de Pedrinhas fazem ato em frente à prefeitura e conseguem marcar audiência

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Professores e professoras fazem café da manhã na porta da prefeitura de Pedrinha e conseguem audiência com prefeita

Mesmo com forte chuva, professores e professoras da rede municipal Pedrinhas não se retiram da luta e conseguem agendar audiência com prefeita, Ocimara Araújo Cruz Trindade, para tratar sobre o pagamento do reajuste anual do piso salarial do magistério. Os educadores e educadoras fizeram um café da manhã na porta da prefeitura nesta terça-feira, 23.

Professores e professoras fazem café da manhã na porta da prefeitura de Pedrinha e conseguem audiência com prefeita

A audiência entre a prefeitura e a comissão de negociação do SINTESE foi marcada para o dia 31 de maio.

Desde janeiro que os professores e professoras de Pedrinhas buscam diálogo com a gestão da prefeita Ocimara Trindade, a fim de negociar o pagamento do reajuste do piso salarial de 2017, mas as tentativas de abrir um canal de diálogo e negociação foram sem sucesso. Diante disso, os professores e professoras da rede municipal de Pedrinhas deliberam em assembleia paralisar suas atividades nesta terça-feira, 23 e na quarta-feira, 24.

Vale lembrar que de acordo com a Lei Federal 11.738/2008 (Lei do Piso Salarial do Magistério) o reajuste do piso salarial deve ser concedido a professores e professoras da rede pública de todo o Brasil todos os anos, sempre no mês de janeiro, respeitando os níveis de formação e a carreira.

“Paralisamos nossas atividades e decidimos fazer o café da manhã na porta da prefeitura justamente para chamar a atenção da população para a situação e para tentar abrir canal de diálogo e negociação com a prefeitura a fim de que a prefeita cumpra com a Lei e pague o reajuste do piso. Pagar o reajuste do piso é respeitar um direito conquistado por nós, professores e professoras, com muita luta. Esperamos que na audiência do dia 31 de maio a prefeitura apresente uma proposta e que o reajuste de 2017 seja assegurado o quanto antes”, coloca o professor da rede municipal de Pedrinhas e membro da coordenação da subsede do SINTESE na região Centro-Sul, Jivaldo Batista.