Processo do redutor mudou de mãos e pagamento pode estar próximo

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A informação foi passada na plenária virtual dos aposentados e aposentadas que o SINTESE realizou no último dia 01

O processo do redutor está de volta sob responsabilidade da juíza da 3ª Vara Cível, Simone Fraga. Para o SINTESE e os professores e professores que há 6 meses aguardam o pagamento da ação judicial, já ganha, referente ao redutor é uma boa notícia.

Até então, o processo do “segundo lote do redutor” estava sob responsabilidade do juiz substituto e desde o final do ano passado que o magistrado apresentava justificativas burocráticas para não assinar o alvará que autoriza a transferência dos recursos da conta judicial para a conta do sindicato para que fosse repassado aos professores e professoras.

Uma das “justificativas” foi a conferência de todas as quase 5 mil procurações que os professores e professoras assinaram na época em que impetraram com a ação, o juiz estava com dúvidas e estabeleceu que faria a conferência. Por ser um processo antigo (ainda em forma física) a ação judicial do redutor é um camalhaço de aproximadamente 15 mil documentos. As restrições, por conta da pandemia da Covid-19, estabeleceram o impedimento do manuseio de processos físicos, causando ainda mais demora.

“Até hoje não conseguimos compreender essa exigência do então juiz responsável pelo processo. O processo de redutor não foi o primeiro e nem será o último impetrado pelo sindicato e todos seguem e seguirão os mesmos procedimentos com relação a procuração que os professores e professoras assinam”, disse o vice-presidente do SINTESE, Roberto Silva dos Santos.

Há esperança
Com o retorno da juíza Simone Fraga a esperança cresce entre os professores e professoras, isso porque essa mesma juíza esteve responsável pelo “primeiro lote” do redutor que foi pago em 2013.

O vice-presidente do SINTESE, Roberto Silva dos Santos entrou em contato com a juíza Simone Fraga e dialogou sobre a questão, ressaltando a grande expectativa dos professores e professoras com relação a esse processo. Posteriormente a assessoria jurídica do sindicato também contatou com a magistrada e ela respondeu no sentido de que a partir do momento em que a restrição ao manuseio de processos físicos for suspensa irá avaliar a solicitação do sindicato.

“Sabemos que é difícil pedir paciência aos professores e professoras que há 17 anos aguardam serem ressarcidos de um desconto feito de forma irregular, mas considerando o cenário atual estamos mais próximos de, finalmente, encerrar essa questão”, afirma a presidenta do SINTESE, Ivonete Cruz.