Maruim: prefeito se compromete a não ter mais atrasos em pagamento de professores e professoras

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Cerca de 20 professores de Maruim não receberam seus salários do mês de junho. Diante da inadmissível situação, o SINTESE solicitou audiência em caráter de urgência com a gestão municipal. A audiência aconteceu na terça-feira, dia 13, com a participação da diretora do Departamento de Bases Municipais do SINTESE, professora Emanuela Pereira; da coordenadora do SINTESE na região, professora Alaíde Paes; do prefeito, Gilberto Maynart e do secretário de educação do município.

Durante a audiência o prefeito se comprometeu a quitar os salários daqueles que ainda não receberam, nesta quarta-feira, dia 14. Também assumiu o compromisso de organizar melhor os pagamentos para que o atraso sofrido, neste mês de junho, não aconteça novamente.

As pautas ligadas ao pedagógico, como o retorno às aulas presenciais e o reordenamento da rede, serão tratadas em nova audiência entre a Secretaria Municipal de Educação e o SINTESE.

Na manhã desta quarta-feira, 14, a diretora do Departamento de Bases Municipais do SINTESE, professora Emanuela Pereira, entrou em contato com o secretário de finanças do munícipio, José Américo, que confirmou o depósito do salário de junho na conta dos professores e professoras ainda hoje.

A dirigente do SINTESE aproveitou a oportunidade e fez um apelo ao secretário de finanças para que também efetue o pagamento do salário de junho ao pessoal de apoio do município que, assim como professores, não receberam. O secretário afirmou que os salários desses trabalhadores também serão pagos hoje.

“Salário é dignidade, é conta paga e comida na mesa, ou seja, salário representa vida. Todo trabalhador e trabalhadora tem o direito de receber seu salário de forma integral e em dia, isso é Lei, é obrigação. Esperamos que o prefeito cumpra com que se comprometeu e que a gente não precise ao longo dessa gestão fazer qualquer audiência para tratar sobre salários atrasados. Vale sempre lembrar que salário é um direito do trabalhador e não um favor do gestor”, enfatiza a professora Emanuela Pereira.